Enfim uma das estações do ano que mais amo chegou! Na segunda-feira o outono abriu as portas aqui no Brasil, já trazendo consigo aquele climinha mais fresco que nos leva a querer vestir um bom moletom.

E sabe aquela história de que no frio todo mundo fica mais estiloso? Bom não sei se posso afirmar que sim, mas é inevitável não concordar que as roupas de outono/inverno possuem seu charme.

E para ter uma pequena noção do que encontraremos pelas lojas nos próximos meses resolvi fazer uma rápida pesquisa sobre o que será tendência.

TENDÊNCIAS PARA O OUTONO 2017

Assim como muitas coisas na moda vão e voltam, muitas peças que fazem referencias aos anos 90 estão sendo uma grande aposta. Um período marcado pelo jeans, xadrez e a junção do confortável ao marcante, com roupas mais soltas.

Claro que não esperamos uma copia exata da moda de 90. Em vez disso encontramos adaptações do estilo, como alguns itens que listarei a seguir:

Os casacos Shearling continuarão em alta por mais um tempo, e devem ganhar força juntamente com o jeans mais claro e “desbotado”. Essas jaquetas são um claro exemplo do conforto e estilo, já que seu forro aumenta a proteção contra o frio além de garantir um bom visual.

Inspiradas nos uniformes usados pelo exercito aéreo americano durante as guerras, essas peças devem ganhar ainda mais força agora através de releituras leves e descontraídas, em diferentes cores e estampas. Mas há também aquelas mais básicas de cores neutras. As Bombers costumam ser de fácil combinação. E podem mudar por completo a visão de uma composição.

As peças Oversized (fora de tamanho) continuam como tendência. Agora ganhando destaque por meio de sobreposição com outros itens. Você pode combina-las com um agasalho aberto ou fechados, deixando-as aparentes. Ou simplesmente em cima do todo o resto, passando uma visão de conforto. A sobreposição de peças em tamanho “comum” ainda continuam sendo usadas também.


Com a chegada do frio muitas pessoas acabam passando necessidades por falta de agasalhos, por isso se você estiver pensando em renovar o seu guarda-roupa lembre-se também de que é importante fazer doações. Você não estará apenas abrindo espaço para coisas novas, mas também praticando uma grande boa ação.

Abraços! E até mais.

Querido Billy, no último sábado eu assisti Kong: A ilha da caveira, a nova versão para a história de um dos monstros clássicos do cinema pop. Dirigido por Jordan Vogt-Roberts, Kong cria uma nova motivação e um novo habitat para a criatura, em uma ilha no pacífico sul onde os seres vivem em constante evolução e dominância.

Os protagonistas se cruzam após iniciativa do explorador e gente do governo Bill Randa (John Goodman) em explorar esse misterioso local de onde ninguém jamais voltou ou carrega qualquer lembrança. Com o apoio do exército americano após o cessar fogo no Vietnã, Bill também conta com a ajuda de James Conrad (Tom Hiddleston) um ex combatente enigmático, especialista em sobrevivência e exploração, e a destemida fotógrafa de guerra Mason Weaver (Brie Larson), expert em criar boas narrativas a partir de fotos.

Foto: Reprodução. Imagem de divulgação do filme Kong: A ilha da caveira.

Dado momento observamos a história se dividir em 3 eixos, Quando o obstinado Coronel Preston Packard (Samuel L. Jackson) se propõe a salvar até o último homem e cravar sua vingança sobre a criatura. O grupo comandado por James Conrad que vivenciam os segredos desta terra, e passam a enxergar além das aparências, uma vez que Kong deixa de ser o real vilão e passa a ser um protetor. E a caminhada solitária do Major Jack Chapman (Toby Kebbell).

Sem dúvida é um filme com um elenco de peso com atuações exímias. Samuel L. Jackson encarna com obstinação a dureza e o amor de Preston por sua equipe. Tom Hiddleston aparece no papel de um homem mais observador, e menos expressivo, mesmo assim ele se destaca pela postura que toma em frente às câmeras.

A fotografia deste longa sem dúvida também merece destaque, desde os sets e locações, até as cores e enquadramento, o diretor soube muitas vezes entregar um olhar sensível e misterioso para tudo em volta.

Foto: Reprodução. Imagem de divulgação, cena de Kong: A ilha da Caveira.

Mesmo se tratando de um filme de ação, o bom humor não foi dispensado, e isso fica muito evidente pelas cenas de tratos entre os soldados, e a icônica participação de John C. Reilly.

O filme conta também com inúmeras referências aos clássicos de aventuras, como a ambientação de “A Ilha Misteriosa” e os conceitos de “Viagem ao centro da Terra”, ambos de Júlio Verne. O sequenciamento de cenas também e posição de imagem também fazem ligação às produções japonesas, com as clássicas batalhas entre monstros.

Jordan Vogt-Roberts soube criar um enredo que nos leva a respeitar e admirar Kong, por tudo o que ele representa, de seus instintos até o olhar “irracional” de uma fera. Você provavelmente irá torcer e sofrer por ele do começo ao fim, Billy.

Abraços e até mais!

Antes de tratar desta peça propriamente dita, eu gostaria de falar um pouco de teatro musical como um todo. Cores vibrantes, um ritmo pulsante, uma história envolvente, que compele as emoções e arrasta o espectador para a trama. É impossível não se engajar, não ficar cantarolando as músicas por um bom tempo e não se emocionar com as histórias que vibram a paixão de todos os envolvidos e tornam cada sessão única. É por isso que escolhi o teatro musical como um dos primeiros temas do role cult.


Rocky Horror Show é expoente de tudo que foi dito acima, criando ao longo dos anos um grande séquito de fãs. Este musical vai de uma simples piada ou trocadilho ao absurdo de seus figurinos exorbitantes, tudo muito bem costurado por uma narrativa recheada de referencias a ficção cientifica clássica, assinado por Richard O´Brien em 1975.

Foto: Paginas do folheto de apresentação.

RHS conta a história de Brad (Felipe De Carolis) e Janet (Bruna Guerin) , o típico casal norte americano perfeito vivendo o sonho de se casa, eles decidem visitar um antigo professor deles para os apadrinhar. Porém, uma tempestade muda os seus planos e os leva ao castelo do Dr. Frank ‘N Furter (Marcelo Médici), um alien transexual da galáxia Transilvânia que esta construindo um namorado (essa provavelmente foi a frase mais estranha que eu já escrevi) e de seus empregados, os irmãos Riff Raff (Thiago Machado) e Magenta (Gottsha), duas figuras que parecem saídas de um filme de terror barato.

Com Rocky Horror, Richard O´Brien consegue realizar uma discussão sobre o papel da libertação sexual, e ate mesmo do gênero, sem esquecer de mostrar o quão mal vista essa libertação pode ser. A personagem mais interessante é Janet, que passa por um processo de transformação ao atingir seu primeiro orgasmo com o Frank N´Furter, ela se torna mais livre ao longo do musical, enquanto Brad tenta ao máximo resistir. Em tempos onde sexualidade e gênero eram muito vistos como um tabu, Richard O´Brien conseguiu discutir ambos, ainda colocando enormes doses de referencias a ficção científica e aos filmes de monstro.

Foto: Paginas do folheto de apresentação.

Na versão brasileira, Charles Moeller e Claudio Botelho fizeram muito mais do que adaptar o texto para o português. Eles foram capazes de criar em cima disso, trazendo novas referencias (sem desprezar as originais), ao mesmo tempo que se mantiveram fiéis aos elementos que consagraram a peça, por exemplo o visual extravagante. Em suma, respeitando a obra clássica, adaptaram para os tempos atuais, afinal em tempos de crise e retrocessos é sempre bom relembrar a mensagem do Dr. Frank N´Furter:

“NÃO SONHE, SEJA!”

O ápice do trabalho de criação em cima do original, foi a escalação de Marcelo Médici. O consagrado comediante mostra sua habilidade como cantor, alem de se equilibrar em um salto alto durante toda a peça. De quebra, demonstra maestria ao se apropriar do personagem, trazendo brincadeiras com o momento atual, ele prova que fez o dever de casa e pesquisou este mundo que Rocky Horror condensa. Como resultado, foi impossível para mim não sair do teatro com a bochecha dolorida de tanto rir.

Foto: Paginas do folheto de apresentação.

Botelho, como diretor, realiza um trabalho incrível, criando uma identidade visual muito parecida com a peça, que antecede o filme. Com um palco simples, muita visualidade e poucos objetos, dando liberdade para os atores, com destaque para Felipe De Carolis e Bruna Guerin, o casal de mocinhos. Eles estão muito bem e centrados, até a chegada de Frank n´Furter, com uma entrada digna de uma diva ao som da música “Sweet Transvestite”, bagunça completamente a dinâmica em cena e isso provoca os melhores resultados.

Eu ainda poderia dizer muitas palavras sobre Rocky Horror Show, porém um musical tão vibrante, tão louco, exuberante, contagiante e também cult, deve ser experimentado.

 

Rocky Horror Show tem sessões todas as sextas, sábados e domingos até 26/03
 As 21hrs e 19hrs aos domingos – Teatro Porto Seguro
Preço: entre R$50,00 e R$100,00
Clique aqui para mais informações

Ficha Técnica: Rocky Horror Show

Direção Geral: Claudio Botelho
Adaptação: Charles Moeller
Direção Musical: Jorge Godoy
Elenco: Marcelo Médici, Felipe De Carolis, Thiago Machado, Bruna Guerin, Gottsha, etc…

Rent é um hit absoluto da Broadway e até hoje considerado um clássico moderno do teatro musical. Não é difícil entender o porque, Jonathan Larson, que escreveu o texto original, em meados da década de 90, capturou o espírito perdido de uma geração que sofreu ataques de todos os lados, enquanto defendia um único estandarte: o romantismo.

Rent trata sobre a vida de oito artistas (poderíamos até arriscar a palavra boêmios) que se unem para impedir um “novo rico” de despejar os moradores de um terreno para criar um cyber-estúdio. Mark (Bruno Narchi) e Roger (Thiago Machado) são colegas de apartamento, o primeiro é um aspirante a cineasta, que anda sempre com uma câmera na mão e seu amigo, roqueiro falido que recentemente se descobriu soropositivo.

Também conhecemos:Mimi (Corina Sabbas), vizinha dos dois que se apaixona por Roger; Maureen (Myra Ruiz), a artista performer que planeja uma performance-ato junto com sua namorada Joanne (Priscila Borges), produtora cultural; Angel (Diego Montez), uma gênero fluído* (NOTA: O musical lida com questões de libertação do gênero através desta personagem, porém este termo não existia á época da sua criação. Angel apresenta-se de forma livre, sempre referida no feminino, porém por vezes se apresentando em roupas masculinas) que encontra Tom Collins (Max Grácio), anarquista e gênio após ele ser assaltado e acabam se apaixonando.

A partir dai, o musical acompanha um ano na vida destes artistas , enquanto lidam com o pessimismo da sua época, o HIV, seus sonhos e a incapacidade de pagar o aluguel.

Foto: Folheto do musical – Gustavo Sivi

Seria desnecessário desprender mais palavras sobre o texto de Larson. Rent lida com os inúmeros problemas de sua época de forma delicada, porém sem eufemismos e mais importante sem esquecer que são jovens lutando para construir suas vidas em um mundo que não os quer.

Nesta montagem brasileira, o ator Bruno Narchi assume tanto a direção quanto Mark, o protagonista-narrador, que guia o espectador com sua câmera, nos apresentando esse mundo. Como diretor, Narchi realizou mudanças sensíveis ao visual canônico do palco, retirando os andaimes em prol de uma visualidade mais plana. Como Mark, ele parece fazer menção a Anthony Rapp, interprete original.

Tive a oportunidade de ver a última apresentação de Myra Ruiz como Maureen, a atriz ganhou notoriedade ao interpretar Elphaba no aclamado Wicked, ano passado. Porém é interessante notar que souberam manter o espírito de criar um coletivo de protagonistas, cada um tendo seu momento e sua história.

Foto: Folheto do musical –  Gustavo Sivi

Mesmo sofrendo de algumas questões técnicas na adaptação do texto e da música, no encontro do português e das melodias originais, uma marca forte deste musical, estes elementos não tem impacto negativo sobre o aproveitamento da obra para o espectador médio.

Rent é uma adaptação moderna da ópera La Boheme de Giacommo Puccini. Larsson apesar das mudanças sensíveis e da modernização de contexto, conserva o espírito da peça original. Mesmo após quase 30 anos da montagem original, Rent continua tao importante, quanto a época e deve ser lido, ouvido e visto, afinal ainda temos artistas, professores, LGBTs e jovens em geral, morrendo rejeitados.

Rent tem sessões todas as terças e quartas até 29/03
Sempre as 21hrs – Teatro Frei Caneca
Preço: R$100,00 (meia 50,00)
Clique aqui para mais informações

Ficha Técnica: Rent – no Brasil

Direção Geral: Bruno Narchi
Adaptação: Mariana Elizabetsky
Direção Musical: Daniel Rocha
Elenco: Bruno Narchi, Thiago Machado, Diego Montez, etc..

 

Aproveitando que hoje (08 de março) está sendo comemorado o dia internacional da mulher, iremos mais um vez juntar o útil a agradável, com mais um guia para o nosso desafio cinematográfico.

O item como o título do post já sugere é indicar “Filmes dirigidos e roteirizados por Mulheres”. No entanto a dinâmica para hoje será um pouco diferente, ao invés de uma lista de filmes irei destacar alguns dos muitos nomes femininos que ganharam espaço no meio cinematográfico.

Mas caso você queira fazer sua própria pesquisa ou não se interessar por nenhum desses nomes, relaxe. Em uma breve pesquisa sobre “Diretoras de Cinema e Roteiristas Mulheres” uma lista de tamanho considerável se abrirá para você.

Vamos as dicas?

DIRETORAS DE CINEMA

Ava DuVernay, (Americana, 1972)

Foto: Reprodução – Ava DuVernay

A Diretora e produtora americana Ava DuVernay, atualmente com 44 anos, é a responsável pela execução de filmes impactantes como “Selma – Uma Luta pela Igualdade” e o documentário “A 13ª Emenda“. Em seu currículo outras produções como Queen Sugar , Middle Of Nowhere e a direção de um episódio de Scandal também aparecem. Ela aparece como aliada de muitas causas sociais, além de lutar pela valorização da história de da cultura Afro-americana.

Catherine Hardwicke ( Americana, 1955)

Foto: Reprodução – Catherine Hardwicke

Catherine Hardwicke é uma diretora experiente que já entregou seu olhar para longas bem conhecidos como “A Garota da Capa Vermelha“, “Aos Treze“, “Crepúsculo” e ao drama “Já estou com saudades“. Catherine também já dirigiu para alguns seriados como Eye Candy e Reckless.

Lone Scherfig (Dinarmaquesa, 1959)

Foto: Reprodução – Lone Scherfig

Lone Scherfig é diretora e roteirista, e conta com uma longa lista de filmes que carregam o seu nome. Entre eles estão “The Roit Club“, “Educação“, e a adaptação de “Um Dia“, além de “Meu Irmão Quer Se Matar” e “Hjemve – Lar Doce Lar” dos quais ela também roteirizou.

Gina Prince Bythewood (Americana,1969)

Foto: Reprodução – Gina Prince Bythewood

Gina Prince Bythewood também trabalha com direção e roteiro, e falei um pouco sobre ela recentemente por aqui. Seu ponto forte é o romance, e entre as histórias que receberam o seu toque de direção e roteiro estão “Nos Bastidores da Fama“, e “A Vida Secreta das Abelhas“. Gina também roteirizou o filme “Antes Que Eu Vá“.

Anna Muylaert (Brasileira, 1964)

Foto: Reprodução – Anna Muylaert

O cinema brasileiro também conta com uma extensa lista de grandes diretoras, mas na atualidade Anna Muylaert tem ganho um certo destaque. Ela também já roteirizou filmes conhecidos como “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias“. Em suas direções estão títulos premiados – até mesmo internacionalmente – como “Que Horas Ela Volta?“, “Mãe Só Há Uma” e “Chamada a Cobrar“.

Angelina Jolie (Americana, 1975)

Foto: Reprodução – Angelina Jolie

Angelina Jolie é um nome que dispensa muitas apresentações, porém ainda existem pessoas que não conhecem o lado produtora desta atriz. Sua direção já lhe garantiu uma indicação ao Oscar nesta função, através do filme “Unbroken – Incrível“. Em sua lista de direções também estão “By The Sea – À Beira Mar” onde ela atuou ao lado de seu ex-marido Brad Pitt, e “Na Terra de Amor e Ódio“, sua primeira direção.

MULHERES ROTEIRISTAS

Brit Marling (Americana, 1982)

Foto: Reprodução – Brit Marling

O nome da produtora e roteirista Brit Marling reacendeu após sua produção na Netflix, The OA, alcançar um grande público. Porém Brit conta com uma grande lista de atuações, produções e roteiros em seu currículo. Entre eles “O Sistema“, filme que tem o seu roteiro mas recebeu a direção de Zal Batmanglij, além de “A Seita Misteriosa” e “A outra Terra“, todos com também com sua atuação.

Linda Woolverton (Americana, 1952)

Foto: Reprodução – Linda Woolverton

Sua infância provavelmente foi acompanhada por algum roteiro de Linda Woolverton. Isso porque ela é responsável por grandes enredos infantis e juvenis como “A Bela e a Fera“, “Malevola“, “Alice no pais das maravilhas“, “Alice Através do Espelho” e “O Rei Leão“.

Jane Goldman ( Inglesa, 1970)

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Foto: Reprodução – Jane Goldman

Jane Goldman é roteirista e produtora, e está no coração de todos os geek e admiradores de ação. Seu nome está atrelado a filmes como X-Men: “Primeira Classe“, “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido“, “Kingsman – Serviço Secreto“,” Kick Ass – Quebrando Tudo” e o suspense “A Mulher De Preto“.

Tina Fey ( Americana, 1970)

Foto: Reprodução – Tina Fey

Tina Fey é uma das maiores mulher humorista americana. Sua versatilidade parece não ter fim: Ela é atriz, produtora, diretora e roteirista, como se não bastasse, sua lista de trabalhos conta com mais de 25 títulos. Apesar de aparecer mais como atriz e diretora para seriados, Tina roteirizou filmes famosos como “Meninas Malvadas” e colaborou como produtora para “Uma repórter em Apuros” e “Irmãs“, nos quais ela também atua.

Apesar desta lista acabar trazendo um grande numero de profissionais americanas, a intensão do post não foi valorizar apenas mulheres dessa nacionalidade. A escolha dos nomes se deu pela popularidade e acessibilidade às obras. Espero que possa ter contribuído não só para o desafio, como também para o conhecimento de vocês.

Parabéns à todas as Mulheres!
Abraços! E até.