Arte, Cultura & Design

Em uma construção simples ou em prédios imponentes, contando histórias resgatadas do mundo ou compartilhando pensamentos e sentimentos, pode-se dizer que os Museus são como portais de acesso ao conhecimento e nossas identidades.

Por isso, não poderíamos deixar de falar da influência que alguns museus exercem sobre algumas cidades, ou até mesmo países. Vamos destacar não só aqueles que já conhecemos, mas também muitos que estão em nossas rotas de turismo.

Museus Históricos

O propósito principal de um museu é salvar a história e arte de um determinado local ou grupo de pessoas, assim o museu se torna esta espécie de arca do conhecimento. Essa ideia surgiu justamente com os museus históricos, quando os grandes imperadores de antigamente buscavam mostrar suas enormes coleções ao mundo.Com certeza você que está lendo este texto conhece algum museu histórico. Nas cidades menores, geralmente eles ficam no centro velho e servem como forma de conectar a população a sua história local. Já nas cidades grandes…vamos falar de 2 museus que explicam bem o que quero dizer.

O museu do Ipiranga, ou às vezes, museu paulista é uma memória comum pra grande parte dos paulistanos (pra quem não é de SP, com certeza conhece o gigantesco quadro “Independência ou Morte!” de Pedro Américo). O prédio principal é um monumento à fundação de um país, o enorme palácio e sua área anexa, o parque da independência foram criados como homenagem a 1822 e a exposição que se encontrava fixa fora criada em 1922 por ocasião do centenário da Independência.
ATUALMENTE O MUSEU SE ENCONTRA FECHADO, mas isso não significa que esteja parado. A equipe do museu organiza diversas atividades com o público em áreas anexas.

Mais infos: http://www.mp.usp.br/museu-do-ipiranga

O museu Britânico sem dúvida foi uma das fontes de inspiração para a criação do nosso Ipiranga. Ao lado do Louvre, é sem dúvida, um dos maiores museus do mundo e foi criado justamente com esse propósito. Em 1753, o Império Britânico, muito poderoso, era conhecido como “o Império onde o sol não se põe”, nesta situação era necessário pensar em alguma forma de coletar cultura de todos os cantos do mundo. Atualmente o museu conta com 10 departamentos, entre eles: África, Oceania e América; Egito Antigo e Sudão; Ásia; Bretanha, Europa e Pré História; Grécia e Roma; Conservação e pesquisa científica. O museu Britânico é obrigatório pra quem vai para Londres, e a melhor parte é que é totalmente de graça.
Mais infos: http://www.britishmuseum.org/
Facebook: https://www.facebook.com/britishmuseum

Museus Contemporâneos

Mudança é inevitável e com o passar do tempo mesmo o significado de museu tem sido alterado. De instituições instaladas em prédios seculares dedicadas a unicamente salvar e expor peças de cultura, os museus têm se tornado centros vibrantes de cultura, vivos e em constante mudança e atualização.
Mesmo museus milenares implantam exposições e programas dedicados a atrair novos públicos, já outros são criados com o propósito de novas idéias e exposições, como o Museu da Pessoa, o Museu do Futebol e o Museu da Diversidade. Seria impossível citar todas as idéias sendo incorporadas aos museus, por isso vale a pena ficar de olho nas diversas programações 😉

O Museu da Imagem e do Som, ou MIS para os íntimos, é um exemplo perfeito de como a idéia clássica de museu se combina com novas experiências, formatos e traz um novo mundo de possibilidades. Além de um rico acervo histórico voltado à conservação da arte e cultura audiovisual, o museu sempre traz exposições muito populares que arrastam um grande público, nós já falamos dele aqui. Além disso, conta com ótimas exposições fotográficas, cursos, incentivos a artistas, eventos para todos interessados.

Mais infos: http://www.mis-sp.org.br/
Facebook: https://www.facebook.com/museudaimagemedosom/

O Museu do Amanhã tem um conceito que combina com seu nome, ele se preocupa com a ciência que pretende construir o amanhã. De certa forma, o museu conserva a estrutura convencional, porém não possui um acervo com documentos históricos ou algo semelhante, ao invés disso o Museu se volta a exposições futuristas, cursos e outras formas de contato entre arte e tecnologia. Até mesmo em sua arquitetura ele incorpora o conceito futurista, sendo um dos primeiros (senão o primeiro) museu sustentável, dentre outros, e inclusive colecionando prêmios de organizações internacionais.

Mais infos: https://museudoamanha.org.br
Facebook: https://www.facebook.com/museudoamanha

 

Museus Icônicos

Alguns museus se tornam maiores do que seu propósito. Eles são simbólicos de todo um país, e se tornam verdadeiros monumentos, no sentido de que cristalizam a história também em suas paredes e salas. O Museu Britânico e o Museu do Ipiranga são bons exemplos desta situação geralmente característica dos museus históricos, porém isso passa longe de ser uma regra.

O Museu subterrâneo localizado no Palácio do Louvre, que era utilizado como um forte em seu princípio e veio a se tornar museu em 1793, é guardado por uma imponente pirâmide de vidro e recebe o título de um dos museu mais visitado do mundo. Em seu riquíssimo acervo estão expostas obras que marcaram a história da arte, como a escultura Vênus de Milo, da qual não há certeza sobre seu criador, e Mona Lisa ( La Gioconda) de Leonardo da Vinci, assim como outras obras do pintor.

Mais info: http://www.louvre.fr/en
Facebook: https://www.facebook.com/museedulouvre/

O MASP é interessante de ser incluído aqui pois é uma exceção, sendo criado como um museu de iniciativa privada, diferente destes que citamos anteriormente. Em 1947, ocorre a fundação por iniciativa do empresário e mecenas de arte brasileira Assis Chateaubriand, que planeja o museu de arte como recebedor de sua coleção e que posteriormente seria tombado pelo órgão do patrimônio histórico e artístico nacional (IPHAN).

O prédio do Masp, que tem sua fachada aparente suspensa por algumas poucas vigas de sustentação foi desenhado pela arquiteta Lina BO Bardi (se você ama arte e arquitetura esse nome é indicação indispensável) e é um verdadeiro ícone da Avenida Paulista, passagem obrigatória tanto para paulistanos nativos quanto para os turistas. Nós já falamos mais do MASP em um role cult aqui e também em um post especial sobre SP.

Mais infos: http://masp.art.br/masp2010/
Facebook: https://www.facebook.com/maspmuseu/

Antes de tratar desta peça propriamente dita, eu gostaria de falar um pouco de teatro musical como um todo. Cores vibrantes, um ritmo pulsante, uma história envolvente, que compele as emoções e arrasta o espectador para a trama. É impossível não se engajar, não ficar cantarolando as músicas por um bom tempo e não se emocionar com as histórias que vibram a paixão de todos os envolvidos e tornam cada sessão única. É por isso que escolhi o teatro musical como um dos primeiros temas do role cult.


Rocky Horror Show é expoente de tudo que foi dito acima, criando ao longo dos anos um grande séquito de fãs. Este musical vai de uma simples piada ou trocadilho ao absurdo de seus figurinos exorbitantes, tudo muito bem costurado por uma narrativa recheada de referencias a ficção cientifica clássica, assinado por Richard O´Brien em 1975.

Foto: Paginas do folheto de apresentação.

RHS conta a história de Brad (Felipe De Carolis) e Janet (Bruna Guerin) , o típico casal norte americano perfeito vivendo o sonho de se casa, eles decidem visitar um antigo professor deles para os apadrinhar. Porém, uma tempestade muda os seus planos e os leva ao castelo do Dr. Frank ‘N Furter (Marcelo Médici), um alien transexual da galáxia Transilvânia que esta construindo um namorado (essa provavelmente foi a frase mais estranha que eu já escrevi) e de seus empregados, os irmãos Riff Raff (Thiago Machado) e Magenta (Gottsha), duas figuras que parecem saídas de um filme de terror barato.

Com Rocky Horror, Richard O´Brien consegue realizar uma discussão sobre o papel da libertação sexual, e ate mesmo do gênero, sem esquecer de mostrar o quão mal vista essa libertação pode ser. A personagem mais interessante é Janet, que passa por um processo de transformação ao atingir seu primeiro orgasmo com o Frank N´Furter, ela se torna mais livre ao longo do musical, enquanto Brad tenta ao máximo resistir. Em tempos onde sexualidade e gênero eram muito vistos como um tabu, Richard O´Brien conseguiu discutir ambos, ainda colocando enormes doses de referencias a ficção científica e aos filmes de monstro.

Foto: Paginas do folheto de apresentação.

Na versão brasileira, Charles Moeller e Claudio Botelho fizeram muito mais do que adaptar o texto para o português. Eles foram capazes de criar em cima disso, trazendo novas referencias (sem desprezar as originais), ao mesmo tempo que se mantiveram fiéis aos elementos que consagraram a peça, por exemplo o visual extravagante. Em suma, respeitando a obra clássica, adaptaram para os tempos atuais, afinal em tempos de crise e retrocessos é sempre bom relembrar a mensagem do Dr. Frank N´Furter:

“NÃO SONHE, SEJA!”

O ápice do trabalho de criação em cima do original, foi a escalação de Marcelo Médici. O consagrado comediante mostra sua habilidade como cantor, alem de se equilibrar em um salto alto durante toda a peça. De quebra, demonstra maestria ao se apropriar do personagem, trazendo brincadeiras com o momento atual, ele prova que fez o dever de casa e pesquisou este mundo que Rocky Horror condensa. Como resultado, foi impossível para mim não sair do teatro com a bochecha dolorida de tanto rir.

Foto: Paginas do folheto de apresentação.

Botelho, como diretor, realiza um trabalho incrível, criando uma identidade visual muito parecida com a peça, que antecede o filme. Com um palco simples, muita visualidade e poucos objetos, dando liberdade para os atores, com destaque para Felipe De Carolis e Bruna Guerin, o casal de mocinhos. Eles estão muito bem e centrados, até a chegada de Frank n´Furter, com uma entrada digna de uma diva ao som da música “Sweet Transvestite”, bagunça completamente a dinâmica em cena e isso provoca os melhores resultados.

Eu ainda poderia dizer muitas palavras sobre Rocky Horror Show, porém um musical tão vibrante, tão louco, exuberante, contagiante e também cult, deve ser experimentado.

 

Rocky Horror Show tem sessões todas as sextas, sábados e domingos até 26/03
 As 21hrs e 19hrs aos domingos – Teatro Porto Seguro
Preço: entre R$50,00 e R$100,00
Clique aqui para mais informações

Ficha Técnica: Rocky Horror Show

Direção Geral: Claudio Botelho
Adaptação: Charles Moeller
Direção Musical: Jorge Godoy
Elenco: Marcelo Médici, Felipe De Carolis, Thiago Machado, Bruna Guerin, Gottsha, etc…

Rent é um hit absoluto da Broadway e até hoje considerado um clássico moderno do teatro musical. Não é difícil entender o porque, Jonathan Larson, que escreveu o texto original, em meados da década de 90, capturou o espírito perdido de uma geração que sofreu ataques de todos os lados, enquanto defendia um único estandarte: o romantismo.

Rent trata sobre a vida de oito artistas (poderíamos até arriscar a palavra boêmios) que se unem para impedir um “novo rico” de despejar os moradores de um terreno para criar um cyber-estúdio. Mark (Bruno Narchi) e Roger (Thiago Machado) são colegas de apartamento, o primeiro é um aspirante a cineasta, que anda sempre com uma câmera na mão e seu amigo, roqueiro falido que recentemente se descobriu soropositivo.

Também conhecemos:Mimi (Corina Sabbas), vizinha dos dois que se apaixona por Roger; Maureen (Myra Ruiz), a artista performer que planeja uma performance-ato junto com sua namorada Joanne (Priscila Borges), produtora cultural; Angel (Diego Montez), uma gênero fluído* (NOTA: O musical lida com questões de libertação do gênero através desta personagem, porém este termo não existia á época da sua criação. Angel apresenta-se de forma livre, sempre referida no feminino, porém por vezes se apresentando em roupas masculinas) que encontra Tom Collins (Max Grácio), anarquista e gênio após ele ser assaltado e acabam se apaixonando.

A partir dai, o musical acompanha um ano na vida destes artistas , enquanto lidam com o pessimismo da sua época, o HIV, seus sonhos e a incapacidade de pagar o aluguel.

Foto: Folheto do musical – Gustavo Sivi

Seria desnecessário desprender mais palavras sobre o texto de Larson. Rent lida com os inúmeros problemas de sua época de forma delicada, porém sem eufemismos e mais importante sem esquecer que são jovens lutando para construir suas vidas em um mundo que não os quer.

Nesta montagem brasileira, o ator Bruno Narchi assume tanto a direção quanto Mark, o protagonista-narrador, que guia o espectador com sua câmera, nos apresentando esse mundo. Como diretor, Narchi realizou mudanças sensíveis ao visual canônico do palco, retirando os andaimes em prol de uma visualidade mais plana. Como Mark, ele parece fazer menção a Anthony Rapp, interprete original.

Tive a oportunidade de ver a última apresentação de Myra Ruiz como Maureen, a atriz ganhou notoriedade ao interpretar Elphaba no aclamado Wicked, ano passado. Porém é interessante notar que souberam manter o espírito de criar um coletivo de protagonistas, cada um tendo seu momento e sua história.

Foto: Folheto do musical –  Gustavo Sivi

Mesmo sofrendo de algumas questões técnicas na adaptação do texto e da música, no encontro do português e das melodias originais, uma marca forte deste musical, estes elementos não tem impacto negativo sobre o aproveitamento da obra para o espectador médio.

Rent é uma adaptação moderna da ópera La Boheme de Giacommo Puccini. Larsson apesar das mudanças sensíveis e da modernização de contexto, conserva o espírito da peça original. Mesmo após quase 30 anos da montagem original, Rent continua tao importante, quanto a época e deve ser lido, ouvido e visto, afinal ainda temos artistas, professores, LGBTs e jovens em geral, morrendo rejeitados.

Rent tem sessões todas as terças e quartas até 29/03
Sempre as 21hrs – Teatro Frei Caneca
Preço: R$100,00 (meia 50,00)
Clique aqui para mais informações

Ficha Técnica: Rent – no Brasil

Direção Geral: Bruno Narchi
Adaptação: Mariana Elizabetsky
Direção Musical: Daniel Rocha
Elenco: Bruno Narchi, Thiago Machado, Diego Montez, etc..

 

Anualmente marcando o fim do verão no Brasil é impossível não falar de Carnaval. A festa, que mais tem temperos brasileiros, por sua empolgação, sua animação e sua diversidade, que neste ano ocorre nos últimos dias de fevereiro. Dos 25 a 28, o brasileiro irá se soltar e curtir a que é conhecida como a festa mais democrática do país.                        

Pensando nisso, e naqueles despreparados de última hora, nós fizemos um guia rápida para você se situar no carnaval de São Paulo. É importante notar o foco em São Paulo justamente pelo caráter diverso da festa, cada cantinho do país tem sua forma de comemorar a data.

Sem dúvida a popularidade dos blocos carnavalescos de rua tem crescido muito nos últimos anos, e as cidades cada vez mais se vêem ocupadas por foliões. Em São Paulo,  por exemplo, já aconteceram muitos dos chamados blocos de pré carnaval e ainda haverão muitos no pós folia, a cidade soma mais de 400 blocos de rua. Desta forma, a festa só se encerra no começo de março.

6 BLOCOS PARA SE JOGAR NO CARNAVAL

É uma boa dica pesquisar os mais variados eventos no Facebook e aplicativos como o “Carnaval de Rua de sp” ajudam muito na hora de se organizar para pular Carnaval na rua, eles contam como uma extensa lista de todos os blocos.

Damos destaque para alguns que mais chamaram nossa atenção, como o “Tô de bowieque surgiu por uma homenagem ao cantor inglês David Bowie falecido há alguns anos, além das marchinhas, muitos clássicos do cantor embalam a galera, o bloco desfila nesta terça feira (28).

Ainda outros como o bloco “Domingo ela não vaique trouxe muito Axé para o carnaval de São Paulo, o “bloco dos surdos e mudospromovendo a inclusão e tantos outros.

Bloco Ritaleena” homenageia Rita Lee,  cantora brasileira responsável por rocks da pesada e que marcou uma geração. O bloco sai na vila mariana um dos mais tradicionais bairros paulistanos .

O mirante 9 de julho já oferece aos turistas e aos paulistanos uma visão belíssima da cidade, e fica logo ali na Paulista, juntando isso com a música latina do bloco “Carnaval Latino no Mirante“, que promete embalar a segunda feira, é uma ótima alternativa para fugir das marchinhas de carnaval apreciando a bela vista da cidade.

Música eletrônica não é conhecida por ser associada ao carnaval, porém o bloco “SP Beats” foi criado justamente para mudar isso. Contando com uma lista de djs no bloco, é uma ótima opção para os que não gostam de marchinhas ou samba. O bloco passa pela região da República na terça feira.

Por serem abertos a todos, é sempre bom tomar algumas precauções por segurança quando for curtir os bloquinhos: tomar cuidado (ou evitar levar celulares), dinheiro, não aceitar bebidas de estranhos, entre outras coisas que se são dicas velhas continuam muito importantes de serem relembradas. Confira mais informações e a lista de atrações nos links de cada evento.

Abraços! E bom Carnaval.

Aproveitando que hoje a maior cidade do Brasil está completando seus 463 anos, resolvemos criar uma lista dividida em 4 categorias, uma espécie de manual de integração.

São Paulo é uma cidade rica em diversidade cultural, econômica e urbana. Com seus grandes museus e a bela mistura arquitetônica de seus prédios, a cidade também costuma ser considerada um abrigo. Um lugar de braços abertos para quem quer buscar mudar de vida, crescer, se descobrir ou ganhar voz.

A terra da garoa também é responsável por abrigar muitos dos maiores acervos  históricos do país, por expor grandes peças teatrais e obras artísticas.

Seus roteiros turísticos são intermináveis, seus eventos tão pouco tiram descanso. São Paulo é a cidade que nunca dorme.

Mas ainda assim, no meio de tanta correria, em meio a tanta gente, entre a pressa e o tempo acelerado, a cidade encontra seu descanso. Seja em um parque no situado no meio da selva de pedra, ou em uma grande avenida libertada dos carros aos domingos, esta cidade sabe o momento exato de parar e observar sua própria beleza.

 3 LUGARES PARA VISITAR EM SP

Av. Paulista


Foto: Av. Paulista – Blog Visite São Paulo

A icônica avenida paulista é responsável por unir grande parte do coração da cidade. É nela que estão situadas muitos dos maiores prédios de São Paulo, além de centros comerciais e culturais, como o MASP (Museu de Arte), Casa das Rosas ( ligado a literatura),  Livraria Cultura – Conjunto Nacional, Teatro Gazeta, Cinema Caixa Belas Artes, entre outros..

Liberdade


Foto: Bairro Liberdade – Alma Paulista

Liberdade é um bairro que se encontra na região da Sé, e é principalmente conhecida por abrigar a maior colônia de descendentes (imigrantes) japoneses na América latina. Por consequência muitos costumam ter a sensação de teletransporte ao adentrar a região que reproduz toda a cultura Asiática – Arquitetura, Comércios, Festividades e Idioma.

Aquário de São Paulo


Foto: Aquário de São Paulo –  José Cordeiro/ SPTuris

o Aquário de São Paulo (maior aquário da América Latina e único aquário temático do Brasil) foi inaugurado oficialmente em 2006. Com aproximadamente 9 mil m², o aquário reúne cerca de  300 espécies de animais.

O Local é dividido por setores que recriam os habitats naturais de cada espécie. E tempos atrás atraiu muitos visitantes, com a chegada de Ursos Polares.

Atualmente custasse R$ 50,00 o ingresso infantil, R$ 80,00 o adulto e R$ 40,00 para melhor idade. As segundas, tanto adultos como crianças pagam R$ 50,00.

 3 PARQUES PARA VISITAR EM SP

Parque Villa lobos


Foto: Parque Villa Lobos – Arkiz

Ao lado do Parque do Ibirapuera, o Villa (como foi carinhosamente apelidado) é uma das maiores áreas verdes da cidade de São Paulo, e um dos grandes incentivos aos esportes, especialmente frequentado por skatistas, corredores, ciclistas e outros amantes do esporte urbano.

O villa é passeio obrigatório para turistas por contar com a linda praça do pôr do sol, além das quadras poliesportivas e dos grandes gramados para relaxar. A biblioteca do parque é um passeio a parte, é belíssima do ponto de vista arquitetônico. Para chegar, aconselhamos a estação Villa Lobos – Jaguaré, da linha Rosa do metrô, uma vez que o parque tem entrada direta saindo da estação.

Parque da Independência


Foto: Parque da Independência – prefeitura.sp.gov.br

O parque da Independência, ou parque do Ipiranga popularmente conhecido, faz parte do patrimônio histórico cultural brasileiro. Por ser justamente o lugar pisado por D. Pedro I séculos atrás em seu grito de independência.

O  parque abriga o  Museu do Ipiranga (ou Museu Paulista da Universidade de São Paulo) infelizmente, fechado para restauração. Mas ainda é possível desfrutar do clima de paz predominante no parque, com grandes jardins e fontes. E parar para observar Monumento à Independência do Brasil.

Parque do Ibirapuera


Foto: Parque do Ibirapuera – Upper Tour Sp

O Parque Ibirapuera é um dos mais importantes parques urbanos da cidade de São Paulo. Ele é o grande centro de encontro da juventude paulistana. No ibira tem espaço para todo mundo e todo mundo deve conhecer o parque ao menos uma vez. Além do amplo espaço verde e das áreas de ocupação, o parque ainda tem um observatório astronômico, a OCA, um espaço para mostra de artes e outras exposições conceituadas e em anexo está o MAC – Museu de Arte Contemporânea da USP, ou seja, não faltam opções de lazer e cultura.

3 MUSEUS PARA VISITAR EM SP

Mis


Foto: MIS SP – Guia da semana de São Paulo

O Museu da Imagem e do Som fica localizado no Jardim Europa – um dos bairros nobres da cidade. Ele oferece uma perspectiva nova de Museu, por um lado se dedicando a mostras que são verdadeiras superproduções, como foram aquelas dedicadas ao Castelo Rá Tim Bum (2015) e ao diretor Tim Burton (2016), e atualmente abriga a mostra dedicada a vida e obra de Silvio Santos. Por outro lado, o Museu se dedicada à história do audiovisual e a construção de um acervo sobre Cinema, Televisão e Música. Para os amantes da sétima arte, o museu constantemente oferece mostras e oportunidades para novos talentos, assim como para os fotógrafos, entre outros.

Pinacoteca


Foto: Pinacoteca de São Paulo – Guia da semana de São Paulo

A Pina – para os íntimos – é a maior coleção de Arte do Brasil, contando com três espaços dedicados a arte brasileira, e um a arte contemporânea. O acervo fica juntinho a estação e ao Parque da Luz, bem no coração e centro histórico de SP. A pina respira arte, mas mais importante traz ao seu visitante uma atmosfera convidativa para conhecer ele também os significados da arte brasileira, como sugere sua nova campanha digital . O setor educativo do Museu é muito importante e muito eficaz no seus serviços e com certeza ficarão felizes de ajudar o visitante, seja ele experiente ou de primeira viagem.

Museu do futebol


Foto: Museu do Futebol – museudofutebol

Localizado nas intermediações do estádio Pacaembu, o museu do futebol tem o incrível poder de atiçar a curiosidade até mesmo daqueles que não são tão fãs do esporte. Além da própria relação com a história do futebol brasileiro o  museu também destaca a influência do esporte sobre as comunidades mundiais. E ainda conta com uma área interativa.

3 FILMES QUE SE PASSAM EM SP

São Paulo também já serviu como cenário para muitos filmes, destaquei 3 no qual a cidade não só acolhe a história, como também se certa forma acaba fazendo parte dela através da rotina e do cotidiano.

De Onde Eu Te Vejo

Ana Lúcia (Denise Fraga) e Fábio (Domingos Montagner) decidem se separar depois de 20 anos casados.Eles passam por uma crise após a mudança da filha para outra cidade. Apesar de separados, o vínculo entre os dois não é rompido por completo, com esbarros frequentes e a visão que um passa a ter do outro pela janela do apartamento. Cria-se assim um novo sentido para o amor e o desfruto da vida.

As melhores coisas do Mundo

No filme acompanhamos Mano (Francisco Miguez),  um adolescente paulistano de 15 anos que precisa lidar junto com seu irmão  Pedro (Fiuk) a separação de seus pais –  Camila (Denise Fraga) e Horácio (Zé Carlos Machado). Mano decide aprender a tocar  guitarra com Marcelo (Paulo Vilhena), na esperança de impressionar uma garota. Em meio aos desafios impostos pela vida, Mano buscará valorizar o lado bom das coisas em meio a sua juventude.

“Cidade Cinza” O Filme

Um documentário que se encaixa perfeitamente na situação atual vivida por artistas urbanos (grafiteiros) na cidade de São Paulo.

O filme irá acompanhar a trajetória de grandes artistas como os Gêmeos, em sua luta por reconhecimento da arte pelo cenário dessa grande metrópoles após a decisão do governo paulista em cobrir os muros coloridos com tinta cinza. O documentário lançado em 2013 buscou ouvir os dois lados da história, dando reconhecimento que a cidade precisa de uma valorização visual de alguma forma.

Mas e você? Tem alguma sugestão de lugares legais para serem visitados em Sp? Ou conhece alguma referencia legal por aí? Conte pra gente pelos comentários!

Post escrito em conjunto com Gustavo Sivi.
Abraços, e até mais!