Arte e Design

Quando soubemos da data e hora da revelação da cor para 2018, já reservamos um espaço em nosso calendário para divulgar essa informação.

Se você não está entendo nada, calma, que eu já explico.

A Pantone é conhecida mundialmente como principal fonte de tendências para o design, moda e outros setores que envolvam cores. Aconselhando empresas sobre como desenvolver uma identidade de marca e produtos. Também é conhecida por explorar minuciosamente os tons dentro da enorme gama de cores existentes.

Sua influencia é tão grande que de fato as cores ditadas em suas paletas anuais — além da cor principal — são adotadas pela moda e pela mídia de maneira natural e “discreta”.

Foto: Seleção Pantone dos anos anteriores

Basta se perguntar quantas vezes esse ano você se deparou admirando ou encarando algo verde. Ou qualquer outra cor dentro da paleta de 2017.

Mas Por quê o Ultra-Violeta?


A Pantone nunca faz suas escolhas baseadas no nada. No caso de 2017, o verde Greenery vinha com um apelo à reconexão com a natureza e esse lado mais natural do planeta.

Desta vez, segunda a industria, o violeta inspira-se no espaço, no cosmo, na espiritualidade e no futuro. Segundo eles, a cor também teria uma ligação especial com a expressão da essência de cada individuo.

Os roxos enigmáticos também têm sido simbólicos da contracultura, da não convencionalidade e do brilho artístico. Ícones musicais Prince, David Bowie e Jimi Hendrix trouxeram tons de Ultra Violet à vanguarda da cultura pop ocidental como expressões pessoais de individualidade.

(Fonte: Pantone)

Tá… Mas o que eu tenho a ver com isso? — Você deve estar se perguntando.

Bom isso irá depender muito da sua posição no mercado de trabalho. Se você desenvolve projetos gráficos, têxtil, decorativos, ou desempenha algo influenciado por tendências; Ter esses conhecimentos pode lhe ajudar muito nas suas próximas produções, pois será algo bem presente por aí.

Não deixe de contar para nós o que você acha sobre tudo isso. E se gostou da cor e da mensagem que ela traz.

Abraços! E até mais.

Hey!

O brasileiro Butcher Billy, que já apareceu por aqui uma vez com suas ilustrações dos episódios de Black Mirror em forma de antigas revistas em quadrinhos, soube enxergar um potencial sombrio em músicas dos anos 70, 80 e algumas atuais. Acrescentando uma dose de inspiração nas histórias escritas por Stephen King, Billy criou capas de livros e fitas VHS de terror.

Porém, a relação entre as musicas e as obras de Stephen King não é algo novo, visto que muitas bandas já se inspiraram em seus contos e livros para composições. Um grande exemplo é “Pet Sematary” dos Ramones, também ilustrada pelo designer, a qual o próprio escritor teria indicado para trilhar sonora da adaptação cinematográfica de mesmo da obra, por ser grande admirador da banda.

Em vista disso, o resultado obviamente não poderia ser outro. Butcher Billy ainda acrescenta em seus trabalhos aspectos de desgastes, que faz com que tudo fique ainda mais fascinante.

Confira alguns de seus trabalhos e as músicas nas quais foram inspiradas:

Infelizmente as faixas estão limitadas em 30 segundos, mas é possível ouvi-las em forma completa no site ou aplicativo do spotify.

Você encontrará estas e outras obras do ilustrador em sua galeria  no Behance. Aproveita e depois conta pra gente o que achou dessa mistura sombria.

Abraços, e até mais!