Filmes & Séries

Okay, meu resumo do desafio dos 52 filmes de Outubro acabou tendo um atraso prolongado, mas, estou aqui agora para entregar o relatório do mês passado, onde pude assistir muita coisa legal.

Sem mais delongas — porque né — aqui estão os 5 filmes das 5 semanas de outubro.

40. Um drama LGBT – Moonlight: Sob a Luz do Luar (Barry Jenkins, 2016)

Vencedor do Oscar de Melhor Filme de 2017, Moonlight acompanha a vida de Chiron (mais tarde conhecido como Black) , que cresce em uma comunidade carente em Miami, e acaba por se aproximar de um traficante que cuida dele sempre o menino deseja fugir das difíceis situações em casa.

O ponto de transformação da personagem ocorre claramente quando Chiron (Ashton Sanders) tomado por raiva e angústia, somadas de sua trajetória, decide revidar a quem o oprime. Depois disso, o reencontro com a personagem, já mais velho interpretado pelo ex-jogador Trevante Rhodes, mostra-nos Black em uma posição completamente oposta, e os esclarecimentos de como ele chegou até ali vem por meio de diálogos em reencontros bastante esperados.

Apesar de ter sido minha escolha para esse tema, confesso que não senti que o filme atendeu inteiramente as minhas expectativas. Moonlight soube sim jogar uma luz sob uma realidade vivida por muitas pessoas — a pressão de assumir uma posição ou um comportamento como forma de “atender ao padrão” ou viver a sua própria essência —, soube retratar bem o cenário de uma família corrompida pelo vício, e o amadurecimento precoce diante de certas situações.

Mas o filme explora timidamente a orientação da personagem, que dispõe de poucos momentos de autodescoberta. Por fim, Black se mantém conectado a um único fato que o impactou, e que na realidade nem mesmo ele parece saber o porquê, em um misto de tristeza e uma possível renovação.

41. Uma distopia filmada antes dos anos 2000 – Brazil: O Filme (Terry Gilliam, 1985)

Em um lugar onde a tecnologia e questões burocráticas mostram-se como fornalhas para a sociedade, em meio a um regime totalitário, onde aqueles que se opõem contra a forma de governo são tratados como terroristas e passam por um assombroso processo de “recuperação”. Sam Lowry (Jonathan Pryce) que se mostrava confortável em sua posição de trabalho, dispõe de sua sorte e dos meios ao seu alcance para encontrar Jill Layton (Kim Greist), uma mulher que se assemelha a figura de seus sonhos fantasiosos. Jill Layton por sua vez confronta todo esse sistema atrás de justiça.

Confesso que achei o filme um tanto quanto confuso. É um universo muito complexo que apresenta diversas questões, tanto que durante a primeira hora do filme (que possui 2 horas) a personagem principal trilha seu caminho de forma lenta, quase como uma apresentação, para que então só depois a ação comece, finalizando de forma grandiosa.

Isso não chega a ser ruim, já que nada na história ocorre em vão. Mas, o ritmo pode acabar dando uma desanimada.

Mas é claro que o filme tem o seu valor, o título Brazil não lhe foi dado por um acaso, nem só pela trilha sonora que contém Brasileirinho e também ritmos de Bossa Nova. O longa teria sido inspirado na ditadura militar brasileira — uma distopia real.

42. Um filme com personagens criando um filme secundário – Saneamento Básico: O Filme (Jorge Furtado, 2007)

Em Linha Cristal uma cidadezinha de colonos italianos na serra gaúcha, moradores se reúnem para discutir formas de exigir que o prefeito construa uma fossa para o tratamento do esgoto local. Após ser informada de que a prefeitura não tem condições de arcar com a obra, mas possui um crédito de R$ 10 mil para a produção de um vídeo, Mariana (Fernanda Torres) orientada pela secretária do prefeito, enxerga nessa situação a oportunidade para arrecadar fundos para a obra.

O filme constrói comédia em cima de situações cotidianas, e às vezes diálogos despretensiosos, que aproximam a trama da realidade. A forma como as personagens se esforçam para entender como funciona a estrutura de um filme, e até mesmo a confusão diante de alguns termos garantem boas risadas. O longa também reversa um espaço para analisar a política e as relações familiares.

Além do elenco desse trazer grande nomes do cinema nacional, como a já citada Fernanda Torres,  Wagner Moura, Camila Pitanga, Bruno Garcia, Lazaro Ramos, e outros.

43. Um musical contemporâneo – La la Land: Cantando Estações (Damien Chazelle, 2016)

Já que assisti Moonlight, por que não assistir La La Land? Que era um forte candidato ao Oscar de Melhor Filme do Ano, e se envolveu em uma confusão na premiação.  

Sebastian (Ryan Gosling) é um pianista apaixonado por Jazz clássico, que sonha com uma forma de não deixar essa arte morrer. Mia (Emma Stone) se desdobra entre seu emprego em um café e as audições pelas agências de Los Angeles, visando seu sonho de Atuar. Os dois se aproximam e passam a conhecer um pouco do universo do outro, até que se apaixonam.

Diferente de alguns musicais pelos quais clamamos por mais falas e menos músicas, La la Land é encantador desde a primeira cena em um congestionamento. A trilha sonora além de construir a história e nos apresentar toda a trama, também conecta-se de forma fluida com as falas e os cenários.

O filme, apesar de gracioso, apresenta um retrato das dificuldades encontradas quando nos propomos a seguir nossos sonhos. O distanciamento do ideal, as relações postas em jogo, e aquelas pessoas que marcam a sua vida, tudo isso sob o céu da Califórnia.

Se você tem interesse em saber mais sobre a história, suas referencias e tudo mais, o Gusta fez uma resenha aqui no blog meses atrás sobre esse musical.

44. Um filme que você tinha medo quando criança – Brinquedo Assassino (Tom Holland, 1988)

Antes de qualquer coisa fiquei me perguntando que tipo de criança desejaria um brinquedo feio como aquele, mas então me lembrei do boneco do fofão.

Tudo começa quando um criminoso muito procurado é abandonado por seu comparsa e morto por um policial, porém ele não era um criminoso qualquer, o cara tinha conhecimentos de magia, e após jurar vingança transfere sua vida para um brinquedo. E assim, Andy Barclay (Alex Vicent) um garotinho de 6 anos apaixonado pelo “Cara Legal” acaba tendo um serial killer em seus braços.

Brinquedo Assassino é o filme que acabou dando origem à franquia do Chucky. Essa peste aterrorizava qualquer criança que se deparava com seus comerciais no SBT. Hoje em dia, as histórias do boneco assassino ficaram ainda mais densas e bizarras, e é também por esse motivo que escolhi o filme de 1988.

O filme conta com algumas cenas de efeito exageradas, algumas que chegam à ser engraçadas — confesso que me senti superando uma barreira por conseguir rir desse filme — , mas há também uma certa tensão sob quando o brinquedo esboçará alguma reação.

Por hoje é só, Até mais 😉

Hey! Tudo bem?

Esse é mais um dos nossos posts em conjunto, mas desta vez resolvemos apresentá-lo da mesma forma que fizemos com a resenha do livro Caixa de Pássaros. O texto surgiu de uma conversa que tivemos, sendo assim, os trechos em verde são referentes ao que o Elton escreveu, e em vermelho o que o Gusta. — O post não possui spoilers, pois focamos mais nas nossas impressões e expectativas. 😉

Enfim a segunda temporada de Stranger Things foi liberada, e assim como muita gente, separamos nosso fim de semana para maratonar essa produção maravilhosa. E já adianto que não foi nada fácil se despedir da série mais uma vez. Ao chegar no nono episódio e seu epílogo, é inevitável não desejar pelo menos mais quatros episódios. Porém, a Netflix presenteou seus assinantes e fãs da série, com um programa composto por 7 entrevista com parte do elenco, além dos próprios irmãos Duffer — roteiristas e diretores da série — e Shawn Levy — produtor.

Inclusive, este segundo ano, que para mim (Gusta) pareceu menos tenso que o segundo, passa a sensação que passou mais rápido que o primeiro. Os episódios se desenvolvem mais rápido e nós vimos mais histórias mais personagens, porém sem perder aquele clima tão único e característico da série.

A atmosfera de Stranger Things, por si só, já parece ser composta de algo forte que segura o espectador a cada episódio, e com as doses de ação e suspense, torna-se combustível puro. No entanto, a nova temporada acrescente e reforça muitos fatores: Como o desenvolvimento pessoal dos personagens e a expansão do universo obscuro junto com o poder das criaturas habitantes do mundo invertido.

Os dois novos personagens mais marcantes foram: Max (Sadie Sink) e Billy (Dacre Montgomery), dois irmãos que iniciam a temporada em uma aura cercada de mistério. A garota Max (MadMax pros íntimos) tem a mesma idade que os protagonistas e logo se envolve com eles, sendo causa de alguns conflitos e tendo um importante papel com um deles. Já o Billy, mais velho, logo se mostra deslocado e disposto a enfrentar os outros para se estabelecer na escola. Particularmente, eu espero que eles sejam mais desenvolvidos como personagens em uma terceira temporada, pois parecem ter muito potencial.

A introdução desses dois novos personagens me levou a ficar constantemente os questionando, se eram possíveis espiões ou coisa maior, até por certos diálogos. Apesar de Billy ser justificado como antagonista humano, confesso que senti sua presença desinteressante para história. Resta esperar que acrescente algo a mais nas temporadas seguintes.

Do outro lado, temos um novo grande antagonista, uma força obscura destinada ao mal mais puro, porém com consciência e com um plano que deve ser desvendado ao longo da temporada. Estes novos conflitos que se colocam nesta temporada vão estabelecer as dinâmicas entre os personagens.

Mas também não temos como ignorar uma personagem que surgem logo nos primeiros minutos da série, em um contexto completamente diferente vivido pelos personagens em Hawkins, mas que ainda assim possui uma ligação forte com todo o restante da trama.

A presença dessa personagem nos abre caminhos para novas expectativas em relação a série, além de funcionar como ponte para certos esclarecimentos e novas dúvidas. Particularmente eu gostaria muito de ver a Kali (Linnea Berthelsende volta em um novo contexto, talvez lutando por algo maior. Mas isso é tudo que irei dizer.

A série já mostrou um ótimo domínio quando o assunto é referencia aos anos 80. E isso ocorre não só pela construção dos ambientes, mas também pela escalação do elenco. Dessa vez Sean Astin aparece como Bob. O ator é bem conhecido, porém seus papeis de mais conhecidos são o de Mikey em Os Goonies, e Samwise em Senhor dos Anéis. ❤

De maneira semelhante a temporada anterior, os principais núcleos se dividem. Acompanhamos cada grupo envolvido com sua missão especial, coletando descobertas e interpretações, que unidas no fim, constroem esclarecimentos para os telespectadores e os próprios personagens. Ah! E quando os esclarecimentos vem a sensação é de cair o queixo.

Por meio disso, nos deparamos com o afastamento de Will (Noah Schnapp) e Mike (Finn Wolfhard) de Dustin (Gaten Matarazzo) e Lucas (Caleb McLaughlin)  . Senti saudade deste grupo mais unido, não vou mentir :/ , exatamente por isso que os últimos episódios se tornam mais especiais.

Falando em Will, o personagem finalmente ganha mais voz, e passamos a conhecer mais sobre a atuação de Noah Schnapp, que por diversas vezes nos surpreende em rompantes de grito e fúria e tristeza.

Millie Bobby Brown não fica atrás, sua jornada nessa temporada é triste e isolada, ao mesmo tempo que a remete a um autoconhecimento. A atriz mesmo tão jovem entrega uma interpretação de destaque.

Se na temporada passada o destaque, em termos de atuação, foi absoluto para Winona Ryder encarnando a mãe Joyce Byers, desta vez, os dois jovens Noah Schnapp e Millie Bobby Brown assumem a dianteira. Os dois encarnam duas das jornadas mais difíceis em termos de drama, ela parte em busca de autoconhecimento e ele tem que encarar um enorme desafio, imposto para ele por conta da sua anterior estadia no mundo invertido.

Essa temporada está repleta de dramas pessoais que se estendem em cima de algo maior e obscuro, algo que impacta a vida dos personagens e influencia suas relações, bem como a forma da qual passam a encarar uns aos outros.

Isso se mostra presente desde a relação entre o triângulo Nancy, Steve (Joe Keery) e Jonathan (Charlie Heaton) — onde Nancy mostra-se perturbada pela ausência de Bárbara e o comportamento de seus pais — até a união improvável entre o xerife Hopper (David Harbour) desenvolveu neste período de um ano.

Se você estranhou o fato de não estarmos falando tanto sobre o Mike, que na temporada anterior era visto como uma espécie de centro da equipe, é porque infelizmente não há muito o que dizer sobre seu papel. Mas ele se mostra como um amigo fiel e preocupado, que ainda guarda seus sentimentos sobre Eleven.

Stranger things 2 fez uma temporada sensacional, digna de seguir a primeira (que também foi maravilhosa). As histórias foram muito bem desenvolvidas, apesar de ainda estar na expectativa para algumas coisa. Com certeza, a espera pela terceira temporada será difícil….

Correndo o risco de soar sentimental, não posso deixar de dizer o quanto a gente se impressionou com o amadurecimento do mirim neste período de um ano. A diferença física fica evidente logo no início da série, mas é ainda mais gritante quando flashbacks são introduzidos.

No geral foi uma temporada que amamos, e que prendeu nossas atenções, mesmo identificando uma coisa ou outra que merecesse mais desenvolvimento. Mas acreditamos que muitas coisas ainda serão exploradas, afinal, a terceira temporada já está confirmada, e os gêmeos Duffer declararam que a série deverá acabar em 4 temporadas.

Isso é o que temos a dizer por enquanto, mas sem duvida é um assunto que voltará em breve, já que somos apaixonados por essas produção.

Abraços!

🎃Maratona de Filmes🎃

APROXIMEM-SE! Aproximem-se os que gostam da noite das bruxas, os que desejam sentir calafrios, os que gostam da escuridão e das coisas noturnas! Se você é assim como eu, gosta do halloween, das suas abóboras assustadores, que parecem te encarar pelas sombras, mas acima de tudo gosta de doces e filmes de terror, eu tenho a solução perfeita! Aproximem-se!

A seguinte lista de filmes é feita para você caro leitor, que deseja um gostinho desta noite única do dia 31 de outubro, quando todas as bruxas, monstros, fantasmas e viajantes noturnos saem às ruas! Vem com a gente, venha se assustar também!

Porém cuidado, caro leitor saiba onde está pisando! Nós lhe apresentamos duas portas; na primeira, as criaturas do halloween vem atrás de você, tiram-lhe o sono e te assustam nas horas menos esperadas, são os filmes de terror. A segunda sessão é para fazer as pazes com tais criaturas, nela tudo gira em torno da atmosfera assustadora, do suspense da corrida por salvar o dia. Você já é parte do halloween, não há porque ter medo!

Porta 1:
Cuidado com pesadelos! Não deixe os monstros te pegarem… 

Contos do dia das bruxas (Martin Dougherty, 2007)

Na mesma cidade, na mesma festa de dia das bruxas, 4 histórias macabras se intercalam, contos de fazer o suor gelado descer pelas costas. Quatro jovens garotas vagam pela festa a céu aberto em busca de garotos, como verdadeiras caçadoras, porém uma delas é deixada para trás. Enquanto isso, um vampiro mascarado vaga pelo lugar buscando sua nova vítima. Não longe dali o diretor da escola mostra ser quem ninguém imagina que ele é. É por fim, um grupo de 4 adolescentes em busca de desvendar um mistério encoberto da cidade.

O halloween pode ser uma festa muito divertida, e o filme mostra isso ao realizar uma ótima construção de cenário de fundo. Os jack o´lanterns são absolutos durante todo o longo, a sessão é que sempre há uma abóbora te olhando ali do fundo e das sombras. Mas cuidado, caro leitor, o halloween tem regras e você não quer quebrá-las!

Halloween (John Carpenter, 1979)

Ao lado de Freddy Krueger (A hora do pesadelo) e Jason Vorhees( sexta-feira 13), Michael Myers é um dos assassinos mais conhecidos dos filmes de horror norte americanos. O diretor John carpenter não poupou esforços para criar a perfeita atmosfera de terror, na disfuncional família Myers.

Na noite de halloween, o jovem Michael tem um surto psicótico e comete uma série de terríveis crimes, o que provoca com que seja internado e esquecido em uma instituição criminal por anos a fio.
Quando ele sai de lá fugindo de volta para casa, é aí que o horror começa. Um filme clássico de Halloween que definitivamente não é para toda a família.

Assim como os outros assassinos de filme citados ali em cima, Michael Myers faz parte de uma tendência, se tornando mais do que um filme, mas realmente uma parte da cultura norte americana (último exemplo disso ocorre em Stranger things) . É um bom halloween quando este psicopata te gera alguns calafrios!

Tales of Halloween ( Darren Lynn Bousman, Axelle Carolyn, Neil Marshall, 2015)

Que o Halloween é uma noite de muita loucura e caos, acredito que você já saiba disso a essa altura, mas a forma como Tales of Halloween apresenta a data é única. Uma verdadeira loucura, que assim como a indicação anterior, dispõe em 10 diferentes pequenas historias e cada uma tendo um diretor diferente, se você gosta de um bom susto, é o filme perfeito para entrar no clima.

Este é a minha escolha para filme na noite em que todas as bruxas, fantasmas estão a solta deste ano!!

Black mirror: Playtest (Dan Trachtenberg, 2016)

Black Mirror dispensa apresentações. Todos os seus episódios são recheados do mais puro desespero. A série lida com nenhuma outra com a relação do homem e da tecnologia, o que leva a resultados dos piores possíveis, um desses é o episódio Playtest.

O jovem norte americano Cooper (Wyatt Russell) enquanto viaja o mundo dá de cara com uma oportunidade única de jogar um jogo de completa imersão, ele não somente veria o jogo, também o viveria. Com o objetivo de passar uma noite em um cenário macabro, Cooper recebe o implante no seu cérebro, então é levado para encarar os perigos, que não são reais e sim de sua mente, mas quem disse que isso não pode machucá-lo também?

Outras idéias:

Freaks (Tod Browning, 1932)

           XX ( St. Vincent, Karyn Kusama, Jovanka Vuckovic, Roxanne Benjamin, 2017)

           A casa da colina (Willian Malone, 1999)

           Corra! (Jordan Peele, 2017) !!!

Porta 2:
Faça amizade com a noite! Nada aqui pode te machucar, você já é um de nós

O estranho mundo de Jack (Henry Selick, 1993)

Esqueça o mundo chato em que vivemos. Jack é rei no mundo do Halloween, ele controla o terror, os sustos, OS GRITOS! Ele é rei, mas se sente incompleto, se sente cansado do halloween, até que em uma noite sombria ele vagueia demais pelas florestas e encontra outro mundo. É um mundo cheio de luzes, cores, felicidade, tudo que jack sempre pensou odiar. Porém o que se segue é bem inimaginável.

É um clássico por excelência do fim de ano. “O estranho mundo de Jack” já tem seus 20 e tantos anos, mas continua encantando platéias de todas as idades.

Frankenweenie (Tim Burton, 2012)

Tim Burton, eterno mestre de tudo que é macabro, construiu com perfeição a melhor brincadeira ou releitura com o clássico Frankenstein (tema do Halloween ano passado por aqui!!!). Aqui o jovem garoto Frankenstein está inconformado com a morte do seu cachorrinho de estimação e decide fazer o possível e o impossível para trazê-lo de volta a vida. Porém, talvez Sparky, o cachorrinho revivido talvez não seja mais o bom garoto de sempre.

Tim Burton e a história epônima de Mary Shelley, é uma combinação perfeita e faz uma homenagem à altura dos clássicos filmes de monstro da década de 30. Recomendo e com certeza irei assistir esse ano.

Abracadabra (Kenny Ortega, 1993)

Os dois irmãos Max e Dani (Omri Katz e Thora Birch), novos na cidade, são deixados em casa na noite do Halloween, os pais estão em uma festa. O que eles fazem? A resposta é simples: trazem de volta a vida três bruxas irmãs Winifred, Mary e Sarah Sanderson (Bete Midler, Kathy Najimy e Sarah Jessica Parker, respectivamente) que querem concluir seu feitiço de vida eterna, com sangue de criancinhas.

Aqui vale uma nota pessoal: esse filme da Disney foi um dos meus primeiros encantos pela data, apesar da iminência do perigo das bruxas, mesmo elas são extremamente carismáticas e compensam o terror com atrapalhações. Eu extremamente recomendo a magia de Abracadabra.

Stranger things 2 (Matt e Ross Duffer, 2017)

A série mega sucesso da netflix combina em absoluto com a data. A atmosfera construída na cidade de Hawkins, associada aos mistérios no ar, o clima de absoluta desconfiança, enfim tudo colabora para o clima perfeito. O segundo ano começa justamente no Halloween, com o quarteto de protagonistas se preparando.

Precisa dizer mais? SIM! Além de ser o programa perfeito para esta noite, nós já já vamos postar a resenha de incrível segunda temporada da série.

Outras idéias: 

Gasparzinho (Brad Silberling, 1995)

Coraline (Henry Selick, 2009)

Ghostbusters – Os caça fantasmas (Ivan Reitman, 1984)

ParaNorman (Chris Butler, Sam Fell, 2012

 

BOO!! 

Assustador né! Eai, qual porta você escolheu, caro leitor? Espero que não tenha se arrependido da sua escolha! Algum outro filme que gostaria de acrescentar? Adoraria ouvir…

Sem mais, Boa noite e tomara que os monstros não te peguem nos seus sonhos 😉

Oi internet, tudo bem?

Dando continuidade ao nosso clima obscuro deste mês, trazemos para vocês mais um dos nossos guias para o desafio cinematográfico. Dessa vez recheado de mistério no item Thrillers adolescentes.

Filmes adolescentes existem aos montes; bons ou ruins, longas ou curtas, simples ou complexos. Desde “Curtindo a vida adoidado”, Hollywood tomou muito interesse pelos conflitos típicos da adolescência rendendo ótimos filmes, como o já citado. Porém desta vez nos focamos nos adolescentes que, além dos conflitos típicos tem de lidar com muita coisa que, em tese, é para adultos.

Aliens, super poderes indesejados, homicídios, governos autoritários todo o tipo de coisa torna a vida deste jovens mais complicada e mais intrigante para a platéia. Thrillers adolescentes são muito versáteis e muitos dos conflitos são intimamente ligados a idade em questão, por isso são ainda mais assustadores quando colocados na tela.

Os thrillers tem essa capacidade de atrair também os fãs de suspense e inclusive muitos dos temas aparecem em ambos os gêneros. A diferença de thriller para suspense, entretanto,  está na carregada carga de cenas de ação, além da construção de plots. O thriller pode assumir também um caráter psicológico. O suspense, por sua vez, foca mais em prender a atenção por meio da curiosidade, e na maior parte das vezes tem um ritmo mais lento.

E essas são nossas indicações

Paranoia (D.J. Caruso, 2007)

Este é o filme que equilibra perfeitamente thriller e suspense, indo na fronteira dos dois gêneros. A história gira em torno do garoto Kale (Shia Labeouf) que é condenado a prisão domiciliar por um tempo determinado. É verão e ele está preso em casa, como consequência, acaba espiando os vizinhos com um par de binóculos. Ele vê a bonita vizinha que acaba de chegar no bairro, mas acaba também espiando muito mais do que esperava quando ele acredita ver um dos seus vizinhos cometendo um assassinato. Quando isso ocorre o filme nos leva a uma espiral de loucura enquanto Kale tenta provar o assassinato que supostamente viu.

O filme conta com umas das melhores interpretações de Shia Labeouf e é repleto de momentos arrepiantes, logo ali na iminência do susto, o diretor D. J. Caruso soube deixar o espectador nervoso, por bons motivos. Pelas referências e pela atmosfera do filme é perfeito para os fãs de Hitchcock e os que gostam de filmes antigos de detetive.

 

Poder sem Limites (Josh Trank, 2012)

Em seu longa de estréia, Josh Trank revolucionou o gênero de thrillers adolescentes aumentando as expectativas, a qualidade e trazendo novas histórias e fronteiras, ao usar uma forma diferente e original — o found footage — de contar a história. Os improváveis amigos Andrew (Dane DeHaan), Steve (Michael B. Jordan) e Matt (Alex Russell), que poderiam ser qualquer garoto normal, encontram um segredo escondido que os dá super poderes como voar, telepatia e outras coisas. Porém, as coisas tendem a desandar quando Andrew começa a usar seus poderes como forma resolver seus problemas pessoais.

Tal sinopse tão simples esconde uma genialidade na atuação por parte de Dane DeHaan, que o alavancou a uma carreira grande em Hollywood, mas também a forma como os garotos tem suas personalidades desenvolvidas é muito bem coordenada por Trank, que a todo momento entrelaça isso ao derradeiro final. Podemos dizer que, de certa forma, Trank “em uma tacada só” inovou os thrillers adolescentes e os filmes de super herói, e o fez como uma fotografia e uma noção do uso dos efeitos impecável.

 

Carrie, a estranha. (Kimberly Peirce, 2013)

Carrie é a garota estranha da classe, filha de uma mãe extremamente rígida e religiosa. Não é permitido que ela conheça seu próprio corpo e ela é obrigada a aguentar longos períodos trancada no armário, como medida punitiva. Mas de uma coisa ninguém sabe, a garota tem telecinese, ou seja, ela é capaz de mover objetos com sua mente. Neste cenário, ela se torna alvo de uma brincadeira cruel, que com certeza não acaba bem.

(Brian De Palma, 1976)

A história de Stephen King e da garota envergonhada, porem super poderosa já é parte da cultura dos filmes de terror. King soube como ninguém enrolar temas do suspense e temas adolescentes tão bem. A Carrie (mais recentemente interpretada por Chloe Grace Moretz)  incorpora uma série de angústias adolescentes, que eventualmente explodem. O filme de 2013 atualiza a história para as plateias mais modernas, trazendo inclusive novas discussões tão em voga atualmente, mas também o original de 1976 não pode ser ignorado.

 

Boy 7 (Lourens Blok, 2015)

O filme se baseia em um romance “Young Adult” europeu que aparentemente foi um best seller, por aqui não podemos encontrar nem tradução. Sam (o boy7 do título) acorda no metro sem nenhuma memória do que aconteceu,e com uma garota ao seu lado que também parece estar na mesma situação. A partir daí, os dois se unem para compreender o mundo em que vivem e como eles estão conectados a um enorme plano que envolve traição, controle e oficiais do alto escalão de um governo despótico e autoritário.

(Existe uma outra versão do filme, curiosamente lançada no mesmo ano)

O filme, por ser europeu, tem uma estrutura muito diferente do que se encontra em muitos dos outros filmes aqui neste guia. Desde a forma de contar a história até cenários e características de alguns personagens, porém não deixa de ser um filme ótimo para fãs de distopias, em especial aquelas voltadas ao público Young Adult, como Jogos Vorazes. Boy 7 equilibra bem a trama política, as próprias indagações do protagonista e trama romântica, se tornando uma ótima opção.

 

Na toca do Tigre (Tom Daley, 2015)

Esse thriller mescla a ação esperada com um toque psicológico por sua tensão constante no ar, e  desconfiança que gera nos telespectadores e na protagonista. Aqui temos Kelly (Kaya Scodelario), uma ginasta afastada por lesão, que possui o romântico habito de fugir para casa de seu namorado a noite, sem que ninguém saiba.

No entanto, em uma noite fatídica a casa de seu namorado é invadida por aparente assaltantes, de sangue frio. Kelly possui a sorte de não ser notada, e com isso precisa arranjar meios de salvar sua vida e talvez a dos outros também, em meio a uma verdadeira caça dentro de casa.

 

I am not  a serial killer (Billy O’Brien, 2016)

“Eu não sou um serial killer” é a historia do garoto John Cleaver (Max Records), além dos conflitos da sua idade, que envolvem conflitos na escola, John é um sociopata diagnosticado. Ele vive sob rígido auto controle, regras para que não deixe escapar o monstro que vive dentro de si. Porém, ele é forçado a perder o controle quando assassinatos dignos de um serial killer começam a acontecer na sua cidade. O garoto precisa liberar sua escuridão interior.

Eu confesso que não vi este filme, e só o descobri a pouco tempo, mas desde a sua ideia inicial, ou seja, a de que o monstro não esta do lado de fora, e sim de dentro, o filme me pareceu interessante. Por aí, John encarna os problemas de sua idade carregando-os para uma escuridão sem fim. A produção Anglo-Irlandesa se destaca pelo seu visual sombrio, aterrado em neve que parece sufocar e a todo momento pressionar seu protagonista. Vemos, só pelo trailer, o semblante pesado do jovem Max Records (Onde vivem os monstros) que tem sobre seus ombros o peso dessa escuridão.

A quinta onda (J. Blakeson, 2016)

Em “A quinta onda” os aliens chegaram, porém não vieram em paz. Eles, “os outros”, querem destruir a Terra, com um plano para exterminar os humanos. Quando encontramos a protagonista Cassie (Chloe Grace Moretz) ela e os outros humanos se preparam para a quinta onda, após o desligamento de todos os eletrônicos, uma série de terremotos e cataclismas, uma epidemia incontrolável de vírus da gripe modificado pelos Outros. A partir dai, Cassie é separada de seu pai e seu irmão mais novo e forçada a acha-lo para ao menos se proteger do que pode vir.

“A Quinta Onda” é esperto ao não se comparar a outros filmes apocalípticos nos quais o protagonista quer salvar o mundo, Cassie somente deseja salvar seu irmão, porém a todo momento ela se vê em situações de vida ou morte quando percebe que Os Outros estão mais próximos do que imagina. A propria Chloe Moretz inclusive é um dos grandes trunfos do filme, a menina atua e leva todo o elenco a outros níveis. Ótima combinação do Thriller adolescente com filmes apocalípticos.

 

A Babá (McG, 2017 – Netflix)

Com certeza “A babá” foi uma das melhores subversões deste gênero que vi este ano. A história da relação do garoto Cole (Judah Lewis) que apesar de ter 12 anos ainda tem uma babá, Bee (Samara Weaving), é virada de ponta cabeça quando o garoto decide ficar acordado ate mais tarde. Ele encontra a babá e um grupo de adolescentes  ( Hana Mae LeeAndrew Bacharel, Bella Thorne e Robbie Amell ) realizando o que parece ser um ritual satânico e não demora muito para Cole perceber que ele é parte do ritual. Quem optar por este filme fique avisado: não é um filme para ser levado a sério.

Assim como no seu clássico moderno, As panteras, o diretor McG recheou este filme de ironias e humor negro, a todo momento ele brinca com estereótipos tão característicos do gênero de suspense, como os típicos adolescentes, que aqui de vítimas, se tornam caçadores. O jovem Cole aparece como herói inusitado, envolvido em circunstancias estranhas e provocando um final surreal, o filme diverte sem o menor compromisso com a verossimilhança. Ainda resta falar da belíssima fotografia que sustenta a atmosfera que tudo ali muito bem poderia ser o sonho surreal de um pré adolescente.

 

iBoy (Adam Randall, 2017)

A trama de iBoy se desenvolve a partir de um ponto chave que entrega ao protagonista um elemento a mais para o seu desenvolvimento. Após ser baleado enquanto, por meio de um celular, buscava pedir ajuda para socorrer sua amiga Lucy (Maisie Williams), Tom (Bill Milner) passa por uma difícil recuperação, e precisa lidar com a informação de que fragmentos de seu smartphone ficaram instalados em sua mente.

É quando então, Tom começa a notar a capacidade de usar sua mente como um poderoso computador, capaz de hackear praticamente toda tecnologia a sua volta. Ele se agarra a esse artificio para se vingar da gangue que atacou a família da garota que ele ama. Isso o leva a descobrir um grande esquema criminoso local, ao mesmo tempo que Lucy se vê encantada por sua identidade secreta.

 

Death Note (Adam Wingard, 2017)

Esse item dispensa apresentações para muitos. Death Note é um consagrado mangá de Tsugumi Ohba, que em 2017 ganhou sua versão ocidentalizada para a Netflix, e nós ja falamos dessa versão aqui. Esta nova versão é inevitavelmente colocada como thriller adolescente, porém o toque interessante aqui esta nos elementos que são herdados da trama original vinda dos mangás.

Dentre outras coisas, os questionamentos sobre a moralidade e as escolhas de Light (Nat Wolff), o garoto que encontra o poderoso livro, permitem que o espectador acostumado a dualidade bem e mal reveja alguns conceitos, aqui nos estamos diante de uma oposição entre duas ideias. A de Light que acredita que o mal deve ser punido e a de L (Keith Stanfield) que acredita que o “Vingador ou Justiceiro” (na história chamado de Kira) é tão mal quanto os homens que persegue.


Espero que vocês tenham gostado! Não deixe de nos indicar mais filmes do gênero caso conheçam algum.

Estamos em contagem regressiva para a estréia da nova temporada de Stranger Things, que chegará ao catálogo da Netflix nessa sexta-feira (27 de Outubro). E claro, para deixar seus fãs ainda mais enlouquecidos, está a todo momento soltando algum vídeo ou imagens intrigantes.

A partir disso conseguimos deduzir algumas coisas sobre o que vem por aí. Como já dito pelos próprios irmãos Duffer, a série esta um pouco mais sombria. Outra coisa que notamos é o amadurecimento do elenco, além da presença de novos personagens.

O fato é que faz um pouco mais de um ano que a série foi lançada na Netflix, tempo o suficiente para internet apresentar suas teorias e ficar tietando essa galera.

No entanto, mais importante do que relembrar teorias, achei legal destacar alguns pontos que movimentaram a primeira temporada, e que provavelmente receberão alguma atenção daqui para frente na série.

Então se prepare, pois aqui estão

13 coisas para não esquecer antes de assistir a nova temporada de Stranger Things.

* Contém Spoilers da temporada Anterior 😉 *

A origem de Eleven

Com o decorrer da série, por meio de inúmeros flashbacks, conseguimos descobrir mais sobre a Eleven (Millie Bobby Brown), ou no mínimo criar teorias.

Fica claro que a garota era mantida como objeto de estudo, e treinada para se tornar uma possível arma para o governo.

Vemos o Dr. Martin Brenner (Matthew Modine) evoluindo seus testes de telecinese aos poucos, hora por pedir que ela amasse uma latinha com a mente, hora que ela ataque alguém com seu poder, e até mesmo que escute e transcreva conversas de pessoas distantes.

Seu próprio nome, que na verdade é dado pela tatuagem em seu braço com o número 11, nos faz pensar que ela não foi a primeira a participar de tais experimentos, ou que é uma entre outros…

Will foi dado como morto e teve até um funeral

Mike (Finn Wolfhard) , Lucas (Caleb McLaughlin), Dustin (Gaten Matarazzo) e Eleven,  seguem um carro de polícia em direção a um lago, sabendo que a movimentação possui alguma relação com o desaparecimento de Will (Noah Schnapp). Ao chegarem até um lago, situado em baixo de uma grande pedreira, eles se deparam com a retirada do corpo do amigo.

Mike acusa Eleven de ter mentido para eles durante todo o tempo, porém a garota arranja uma forma de provar que Will continua vivo.
Tempos depois, após ele buscaram mais formas de contato com ele, recorrendo aos poderes da Eleven, ocorre o funeral de Will — apesar de grande parte do elenco ter provas de que ele não está morto.

A suposta Mãe da Eleven

Após a impactante descoberta por mérito do xerife Hopper (David Harbour), de que o corpo encontrado e mantido isolado, dito pertencente ao Will, nada mais era do que um boneco, ele acaba encontrando meios de invadir a base de pesquisas do governo instalada em Hawkins. Lá ele encontra vestígios da permanência de uma criança (Eleven) no local. E ao se aproximar do andar onde o portal entre os dois mundos encontra-se aberto, ele é capturado e levado até sua casa, onde tudo foi propositalmente armado para simular uma ressaca ou algo do tipo.

Hopper decide ir até Joyce (Winona Ryder), mãe do Will, e lhe contar tudo o que sabe, e seguindo as informações de suas pesquisas, os dois acabam indo ao encontro de Terry Ives. Uma mulher transtornada, que guarda uma história de envolvimento com Dr. Martin Brenner, como membra de um estudo chamado Mk Ultra, que utilizava LSD combinado a outros fatores, na busca de expandir limites da mente. E estava grávida de uma menina, chamada Jane, que foi dada como morta, apesar de ela acreditar que a criança tenha sido retirada dela, por possuir poderes especiais.

Jonathan e Nancy

Os dois se aproximam depois que Jonathan (Charlie Heaton) , em uma noite em procura de pistas do irmão, se depara com uma festa na casa do Steve (Joe Keery), namorado da Nancy (Natalia Dyer). Ele permanece escondido fotografando momentos da reunião, inclusive o isolamento de Bárbara (Shannon Purser) na beira da piscina, que desaparece instantes depois. — Saudades Barb.

As fotografia chegam ao conhecimento de Steve, que ao tirar “satisfação” com Jonathan, quebra sua câmera e rasga suas imagens. Porém Nancy recolhe algumas para ela.

Nancy entra em uma busca por sua melhor amiga, e ao voltar no local onde elas haviam estacionado o carro, se depara com uma criatura bizarra vagando pela floresta. Tempo depois, ao analisar uma das fotos tiradas por Jonathan, ele encontra a sombra familiar daquela criatura atrás de sua amiga.

A partir disso, e da confirmação de Jonathan a respeito de uma figura semelhante vista por sua mãe, os dois se juntam a procura da criatura.

O portal na Árvore

Em um momento, Jonatham e Nancy caminham pela floresta em busca de pistas e se deparam com um cervo ferido, do qual cogitam sacrificar para que não fique sofrendo. No entanto o animal é arrastado para longe. Seguindo os rastros, Nancy se depara com uma estranha abertura no tronco de uma árvore, ao atravessar ela encontra o “demogorgon” alimentando-se do animal, dentro do mundo invertido.

Steve vs Jonathan

A rixa entre os dois se formou a partir do acúmulo dos fatos anteriores, além de jonathan ser visto como estranho por muitos ali. Mas a situação ficou ainda mais acirrada quando Steve o viu com sua namorada em uma noite. O que gerou na pixação no letreiro do cinema, e a briga física entre os dois, que terminou com Jonathan preso.

Porém no fim da temporada, mesmo com todos os momentos de conexão entre o Jonatham e a Nancy — que nos fizeram acreditar e torcer para que eles ficassem juntos —, ela termina ao lado Steve. Mas rola uma cena bem fofa, onde ela lhe entrega como presente de natal uma câmera nova.

O Acordo de Jim Hopper

Após a confirmação de que Will está preso no mundo invertido, o xerife Hopper vai até o Laboratório Nacional de Hawkins, junto com Joyce, na tentativa de resgatar o garoto por meio do portal. Porém eles acabam sendo capturados. Hopper pede permissão para passar pelo portal junto com Joyce, ele se oferece a fazer qualquer coisa para garantir a expedição, e assim consegue o que quer.

Momentos depois, quando tudo está “resolvido”, ele é abordado por um carro. O que nos leva a pensar que ele ainda prestará contas de seu acordo.

Outras coisas para se lembrar

O professor que sabia demais: Ele não chega a ser exatamente suspeito de algo, mas foi através do professor Clarke (Randy Havens) que as crianças desenvolveram a teoria sobre a localização do Will, além da construção da piscina como simulação do tanque para a Eleven.

Mike s2 11: Em uma conversa, Mike chega a dizer para Eleven que ela poderia continuar vivendo em sua casa depois que tudo aquilo acabasse, além de beijá-la e convidá-la para o baile de inverno.

A morte de Eleven: Com o fim da primeira temporada, uma certa dúvida se instaurou: A Onze teria morrido ao confrontar o demogorgon? Bom, como já sabemos, não. Mas a dúvida sobre sua localização é algo que deve ser desvendado só com os novos episódios.

Lembrando também que ela se via como responsável por ter dado acesso para a criatura ao mundo normal. E uma das suas falas, em quem ela dizia ser o monstro, levou muitas pessoas a criarem a teoria de que o demogorgon era de fato ela em uma realidade alternativa, e o contato entre os dois teria gerado essa “fenda”.

A morte do chefão: Outro que deixou as cenas foi o próprio Dr. Martin Brenner. Em último confronto no colégio, enquanto ele e seus homens tentavam recapturar Eleven, ele acaba sendo morto em um ataque do demogorgon.

Will ainda conectado ao mundo invertido: Vemos isso no último episódio, quando em um momento o banheiro de sua casa toma a forma do mundo invertido. Além de ele tossir uma daquelas criaturas do outro lado. O trailer da segunda temporada deixa explícito que essa conexão movimentará grande parte da história.

E por último, o amor de Onze por Eggos (waffles)

E aí? acha que esqueci alguma coisa? O que você espera dessa nova temporada? Conta pra gente!

Abraços e até mais.