Filmes & Séries

Olá!

Já é dezembro e nós estamos nas últimas semanas do desafio cinematográfico! Somente mais alguns filmes para o final do ano e ter oficialmente completado um filme por semana ao longo do ano!! (YAY) Quais as categorias restaram para o final da jornada?

Hoje nós trouxemos uma que talvez seja a mais difícil das categorias, assim próximo do encerramento, fechando com chave de ouro. Ao longo da história do cinema muitos diretores e realizadores se voltaram a pensar o próprio cinema, e mais importante se passado. Hoje tudo se trata da história do cinema e como o próprio cinema vê essa história.

Afinal, todos que já se colocaram atrás de uma câmera contribuíram para como nós encaramos o cinema atualmente, por isso todos os filmes aqui hoje se tratam de pessoas fazendo filmes, ou trabalhando com cinema, em algum período do passado. Alguns filmes trazem um passado nostálgico, belo, estético e muitas vezes idealizado, outros buscam a mais fiel reconstrução dos fatos(inclui-se aqui os documentários, inescapáveis nesta categoria).

ENTÃO VAMOS LÁ!

 

Cantando na chuva (Gene Kelly, Stanley Donnen, 1952)

Na Hollywood dos anos 30, o casal de queridinhos da América Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) se veem diante da popularização do cinema falante, porém ambos fizeram sua fama através de filmes silenciosos. Apesar de não possuírem grandes envolvimentos os dois decidem enfrentar a atuação e assumir papéis em um filme falado, mas para isso se veem diante de todo tipo de situação inusitada, de conselhos de amigos até mesmo a contratação de uma dubladora para Lina.

A caracterização de uma Hollywood que mesmo passados somente 20 anos já sofria alterações drásticas é extremamente bem sucedida. Gene Kelly e Donnen reproduzem os hábitos das celebridades que haviam começado um ciclo que se encerrava com eles. Além disso, Cantando na Chuva se estabelece como uma grande homenagem à inicio do cinema falado, afinal não haveria musicais sem ele.

 

Ave, César (Irmãos Coen, 2016)

Como provado pela indicação acima, Hollywood sempre foi um cenário frenético e aparentemente caótico. Durante os anos 50, em meio a paranoia anticomunista pela qual o cinema se viu tomado, o astro de uma mega produção, Baird Whitlock (George Clooney) é sequestrado de seu trailer em um dos principais dias de filmagem, a partir dai o assistente da produção tem de encontrar o protagonista antes do final do dia.

Que fique bem claro que os irmãos Coen não somente se utilizam desta história para satirizar Hollywood, mas também incluem fortes doses ironia ao próprio pensamento paranóico norte americano. A reconstrução de uma Hollywood que mais se assemelha a um caos aqui, diferentemente do filme anterior, não serve para uma homenagem ou elegia, mas sim para o humor mais ácido como é característico desta dupla de diretores.

Nine (Rob Marshall, 2009)

Talvez este seja um dos mais peculiares filmes desta lista. O diretor Rob Marshall se volta a outra tradição de cinema que não aquele hollywoodiano, esta em foco aqui os filmes italianos. Em 1963, o diretor italiano Federico Fellini lança uma obra semi autobiográfica, o filme “Oito e Meio“, a historia do diretor Guido Contini, um prolífico diretor italiano dos anos 60 que se vê diante de um bloqueio criativo. Incapaz de escrever e dirigir um novo filme, Guido parte em busca de si próprio, e no caminho encontra os amores perdidos e frustrados, mulheres que deixou para trás e há muito tempo não pensava.

Nine se trata assim, do remake musical de uma obra semi autobiográfica (sim , é um conceito estranho) do diretor Federico Fellini, inclusive há poucas mudanças nas duas histórias. O que importa na mais atual é sua abordagem histórica, sua necessidade de jogar o ator Daniel Day Lewis, interprete de Contini para o período de Fellini, porém o resultado que se vê é muito mais voltado para estética, muito forte na Itália dos anos 60 e também para a subjetividade do personagem principal.

 

Ed Wood (Tim Burton, 1994)

Como é tradicional em Tim Burton, o diretor se interessa pelos pequenos, pelos estranhos, pelos peculiares e pelos diferentes, Ed Wood não fica atrás. A biografia assinada por Burton do diretor de filmes trash dos anos 50, lida com Edward Davis Wood Jr. (Johnny Depp) considerado o pior diretor de todos os tempos, Ed se coloca a margem daquela Hollywood glamourosa e caótica da sua época e se volta a projetos independentes e grupos de atores diferentes e também excluídos daquele mundo.

Quando Burton olha para os marginais históricos de Hollywood ele não o faz a toa. Mesmo um diretor como Ed Wood deixou suas digitais na história do cinema, seja pelo lado negativo, pois seus filmes, com baixo orçamento são considerados risíveis, ou seja pelo positivo, afinal o próprio Burton é muito influencia pela estética proeminente nos filmes de Ed Wood, ou seja, algum legado ele possui. Assim como o próprio diretor, a sua cinebiografia também é extremamente polêmica.

 

A invenção de Hugo Cabret (Martin Scorsese 2012)

É o inicio do século XX, o jovem Hugo Cabret (Asa Butterfield) vive escondido em uma movimentada estação francesa, ele se tornou orfão de ambos os pais e tudo que resta dele é um robô chamado automato, em tese o robô teria de funcionar sozinho, mas Hugo foi incapaz de descobrir como faze-lo funcionar. Enquanto foge de seguranças e tenta sobreviver, Hugo conhece Isabelle (Chloe Grace Moretz) e por algum motivo ela tem uma chave que é capaz de fazer o robô automato de Hugo funcionar como antes. Então os dois se veem envolvidos em uma trama que é muito maior que eles, e passa pelo consertador de brinquedos, que talvez seja muito mais que isso 😉 .

A invenção de Hugo Cabret é um daqueles que a principio parece deslocado estando nessa categoria. Somente a principio, pois a atmosfera lúdica criada por Scorsese em total maestria de seu posto como diretor, encobre os diversos segredos e mistérios dessa trama. Se você já viu, sabe que é um conto que alude fortemente a invenção do cinema como forma de sonhar. Mas se você ainda não viu, não perca mais tempo, é sem dúvida o mais belo desta lista.

O artista (Michel Hazanavicius, 2011)

De forma semelhante a “Cantando na Chuva“, este filme aborda o período de transição dos filmes mudos para os filmes falados, pois essa foi uma das mais importantes mudanças na história do cinema. O ator George Valentin (Jean Dujardin), em uma clara referencia ao mega astro dos anos 20, Rudolfo Valentino, vê o declínio da sua carreira brilhante com a chegada do cinema falado. Considerado um momento de transição, alguns sempre acabam ficando a margem da transição, porém o filme mostra a luta de Valentin para se manter relevante, inclusive mostrando sua relação com Peppy Miller, que ascende a protagonista de filmes justamente sendo beneficiada pela mudança interna na indústria.

O artista é muito mais sóbrio ao tratar do período de transição, apesar dos personagens fictícios ele é fortemente centrado na realidade. Foi todo filmado em preto e branco, e mais importante, simulando um filme mudo, não por nostalgia a essa era, mas para mostrar ao espectador como se operou essa profunda mudança na forma de se fazer filmes. O artista é um brilhante exercício de metalinguagem e não a toa foi vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2012.

Hitchcock/Truffaut (Kent Jones, 2015)

O livro, que compila a extensa entrevista entre os cineastas Alfred Hitchcock e François Truffaut, foi como um meteoro atingindo a água dado seu impacto. No extenso debate realizado entre os dois diretores, Hitchcock destrincha toda sua obra, de meios, métodos, histórias curiosidades, diante de um jovem diretor que já era um nome importante no cenário francês. Se é verdade que Hitchcock era mestre do seu meio de comunicação, Truffaut fez o próprio diretor explicar isso em detalhes.

Em 2015, o cineasta Kent Jones se incumbiu de ver as consequências do livro-entrevista, desse encontro de dois gigantes e também de como esse documento até hoje tem força nos cineastas mais novos e como influencia seus trabalhos. Em uma série de entrevistas que tem como tema central o livro, os cineastas ajudam a relembrar e discutir os inovadores e até mesmo ousados métodos usados por Hitchcock para contar suas histórias, incluindo até mesmo a forma subversiva como o diretor encarou a Hollywood de sua época. Aqui o procedimento da história fica por conta da rememoração (diferente dos outros, que buscam uma reconstrução), a todo momento se remetem àquela época para a compreensão de como isso os afeta até hoje.

Spielberg (Susan Lacy, 2017)

O segundo dos documentários desta lista é também um dos mais recentes a mergulhar na história do cinema norte americano, porém agora falamos de algo bem recente. É difícil achar alguém que não conheça o nome de Spielberg (os que não conhecem com certeza já assistiram algum de seus filmes), ele é considerado um dos diretores mais prolíficos dos últimos tempos e já foi capaz de construir um império em torno de suas obras. Quando se trata de Spielberg, falamos de um diretor junto com outros como George Lucas e Brian DePalma, que revolucionaram as lógicas do cinema e com seus filmes megalomaníacos arrastaram verdadeiras multidões para os cinemas e criaram novas mitologias.

No recem lançado documentário pela HBO, a diretora opta por realizar algumas fatias na vida de Spielberg, pulando do jovem garoto que tinha as próprias irmas como personagens, para o jovem diretor com seu grupo de amigos e por fim um dos maiores nomes da industria do cinema. Em suma, Lacy nos prova que um nome como esse e com o tipo de impacto que causou não deve passar batido.

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Eai? O que achou do Guia de Hoje? Faltou algum filme? Qual filme você escolheu para essa categoria? Conta pra gente!! E vamos em frente, que já já concluímos o desafio deste ano:)

E no dia 17 do Calendário de Natal o que tem? RESENHA DE FILME FRESQUINHO!!

Star Wars sempre foi uma franquia fortemente relacionada aos finais de ano. Alem de muitas das estreias terem ocorrido em fim de ano, a franquia já teve especiais de Natal e sempre foi considerado um grande presente, pelos seus brinquedos e outros produtos que se originaram a partir dela. Não a toa, este já é o terceiro ano que dezembro vem acompanhado de uma estréia relacionada ao universo de Star Wars. 2017 foi a vez de vermos nas telas o episódio VII “Os últimos Jedi“. Nós trouxemos todo o filme em detalhes aqui pra vocês!

PREPARADOS?!

No final de 1977, estreou nos cinemas uma zebra de nome “Star Wars – Uma nova esperança” (Ou como foi chamado a época em terras brasileiras, Guerra nas Estrelas). Não tinha como saber o que o filme se tornaria, havia poucos precedentes para a ficção científica espacial.

Star Wars foi diferente de tudo e justamente por isso ninguém sabia como lidar com esse fenômeno. Lentamente se construía uma estética que viria a sedimentar o visual desse universo, criando uma espécie de marca registrada. Logo, a única forma de responder a pergunta ”Porque nenhuma das naves evoluiu desde os anos 80?” é simples, porque se houvessem evoluído não seria mais Star Wars.

Avancemos para 2017 (exatos 40 anos e 7 capítulos depois) Star Wars foi de azarão para uma marca consolidada, o que era rebeldia se tornou um Império. E agora? Para onde levar isso?

Em 2015, J. J. Abrams mostrou que tanto esse universo quanto sua história principal (aquela da família Skywalker) ainda tem muito a mostrar e podem render. De forma reverente, Abrams levou o espectador de volta “a uma galáxia tão distante”.

Então entra Rian Johnson, a principal cabeça por trás de “Os últimos Jedi”, o diretor já foi descrito por críticos como “um garoto mal comportado deixado sozinho na sala de brinquedos de George Lucas”. De fato, ele trouxe ares novos à franquia; deturpou a bússola moral, colocou em risco conceitos que eram consolidados em pedra desde “Uma nova esperança”, ameaçou destruir o próprio significado de bem e mal. Quase niilista, em certo momento um personagem afirma que “é necessário destruir os ídolos antigos” e em certa medida, o filme toma conta dessa afirmação. As mudanças de paradigma, e o óbvio conflito geracional passam bem o recado de Rian Johnson: é hora do novo, novos personagens, novos conflitos, novos paradigmas e novas histórias.

A mais recente entrada da saga Star Wars gira em torno de um evento único cujas ondas se desdobram por toda a galáxia. Tal evento é o cerco que as forças do lado negro, a chamada Primeira Ordem, mantém em torno da última nave de comando da Resistência. Logo nas clássicas introduções escritas somos informados da dominação absoluta da Primeira Ordem e do esvaziamento da Resistência.

É necessário uma digressão em relação a esse letreiro inicial. Ele te captura mais efetivamente do que qualquer outra coisa já feita no cinema holywoodiano. A peça de John Willians (essa aqui) é perfeita, capaz de puxar até os mais céticos para uma “galáxia tão tão distante”. Eu que sou um forte crente do compartilhamento de experiências creio que essa é uma daquelas que necessitam ser vividas, é necessário estar bem colado na cadeira do cinema para entender.

Porém, essa abertura é umas poucas coisas convencionais em relação à “Os Últimos Jedi”. Em torno dessa mistura de cerco com fogo que se estabelece como evento principal e fio condutor do filme temos as diversas histórias cada uma ligada a um dos quatro novos protagonistas. Rey, que se estabelece a protagonista por excelência e digna representante da continuidade dos Jedi, vai em busca de treinamento com Luke Skywalker, agora um velho calado, isolado, a espera dos seus últimos dias e em constante conflito consigo mesmo. Luke não acredita mais na existência dos Jedi, e de certa forma, perdeu a esperança. Em outro canto da galáxia, o mais bem sucedido piloto da resistência, Poe Dameron, continuamente desafiando as ordens de Leia Organa, ao contrário de seu irmão, Leia é uma forte crente na força, e nos ideais da Resistência que ela organiza.

Aparentemente uma das mais calmas e conscientes personagens na nova saga, Leia joga a todo momento com a impetuosidade de Poe, ora o incentivando, ora o controlando, até mesmo o mantendo no escuro sobre suas reais intenções. Isso se segue até os momentos finais, quando há uma mudança (HEY eu to falando em detalhes, mas nada de spoilers, lembram?).

Por fim, mas não menos importante, Finn, o ex stormtrooper convertido a herói da Resistência. Se é verdade que “Os últimos Jedi” apesar das liberdades, ainda espelha muito da saga original (por exemplo, o treinamento de Rey e de Luke em planetas isolados e por mestre Jedi incrédulos), Finn é um daqueles pontos sem precedentes. O ,agora rebelde, assume para si uma missão de encontrar alguém capaz de se infiltrar na principal nave da Primeira Ordem, onde estaria o todo poderoso Líder Supremo Snoke. Ao longo da jornada, Finn encontra uma outra membro da Resistência, Rose, e de forma interessante ocorre uma conexão muito forte entre ambos.

Finn e Rose simbolizam a força do pequeno, ou do que não teria nenhuma importância (ressoa um pouco a força do pequeno Frodo contra o poderoso Sauron, em Senhor dos anéis). E de certa forma, Johnson brinda ao espectador quase que didaticamente dois personagens que, em outros tempos, seriam meros peões, mas aqui se tornam triunfantes nas suas crenças (o momento que conclui o arco de Finn neste filme é um dos melhores planos individuais de toda a saga, irei falar dele em breve).

Resta lidar com o vilão principal. Kylo Ren não é o novo Darth Vader, e isso é o principal que deve ser dito sobre ele. Todo resto só serve para levar até ai. Logo no início do filme, Johnson já nos manda essa mensagem em alto e bom som, Kylo destrói sua máscara (que foi um símbolo tão forte no filme anterior) e conserta as feridas em seu rosto. Ele deixa de lado a ideia de um vilão a lá Vader, totalmente consumido pelo lado negro. Kylo opta por abraçar o conflito interno (o que torna o personagem muito mais interessante do que um “ctrl + c/ ctrl + v” do vilão anterior), o vilão hesita, repensa, sofre, se arrepende.

Em um mundo pós guerra fria, pós Obama e etc idéias como mal e bem eternos são impensáveis. Inclusive é digno de nota como a atmosfera de tensão deste filme se constrói em torno da incapacidade de se manter em um lado. Luke (que outrora simbolizou a encarnação da jornada do herói) também tem de encarar sua faceta colérica por exemplo, mas mais forte ainda é o visual simbolizado pelo equilíbrio de forças, quase que evocando a imagem do yin/yang.

Os últimos Jedi é um filme completo, reverente (e referente) ao material original mas ainda assim pleno de novidades, Rian Johnson soube criar em cima das expectativas tanto dos fãs quanto de um dos estúdios de cinema mais poderosos do mundo e sai de Star Wars deixando uma marca na saga que já um dos símbolos da cultura norte americana. Resta saber o que nos aguarda quando esta trilogia chegar ao seu ápice em 2019, pelas mãos do idealizador J.J. Abrams.

POR HOJE É SÓ! Que tal fazermos uma coisa diferente? Eu gostaria de escrever aqui alguns parágrafos repletos de spoilers do novo filme. Então combinamos assim, se você ainda não viu o filme, vai lá ver, que é diversão garantida e volta aqui amanhã que além de mais surpresas de Natal, pode conferir a seção dos spoilers.

Se você já assistiu e quer conversar mais um pouco, vamos lá:

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Quando dezembro chega, para muitos, traz consigo aquele ritmo de férias, que podem ser tanto agitadas, quanto relaxantes e preguiçosas. Uma espécie de fim de semana que se estende por um mês.

E sabe o que combina bem com um fim de semana preguiçoso? — Maratonas. Nada melhor que tirar um tempo pra relaxar da rotina e se entregar às histórias de suspense e comédia.

Já indicamos por aqui uma lista de filmes para você se inspirar em uma maratona de fim de ano. Agora iremos indicar seriados, mais longos e mais curtos, para um final de semana, ou as ferias todas.

Vamos para a maratona?

 

Um Maluco no Pedaço

A série responsável por dar um empurrão inicial na carreira de Will Smith, é perfeita para quem está em busca de nostalgia, ou até mesmo ver esse lado comediante do ator.

A série lançada em 1990, e encerrada em 1996, nos traz William um jovem com tendências a se envolver em confusões que é levado para morar com seu tio Phill e sua esposa Vivian, ao lado de seus filhos Carton, Hillary e Ashley, na esperança de se tornar um rapaz mais responsável.

Will não só passa pelo maravilhamento de morar em uma mansão, como passa a tentar fazer o máximo possivel para aproveitar essa nova vida, tudo da sua própria maneira.

 

Friends

Outra série que dispensa apresentação. Genialmente os criadores David Crane e Marta Kauffman fizeram uma das séries mais elogiadas da contemporaneidade, uma comédia empolgante que tem capacidade única de atrair o espectador e histórias e personagens dos mais cativantes. Ah, e tudo isso em dois ou três cenários durante maior parte da série.

Os seis amigos protagonistas são: Joey (Matt LeBlanc), Chandler (Matthew Perry), os irmãos Mônica e Ross Geller (respectivamente Courtney Cox e David Schiwmer), Phoebe (Lisa Kudrow) e Rachel (Jennifer Aniston). A série tem início quando Rachel foge do seu casamento e reencontra Mônica, sua velha colega de escola em um café em Nova Iorque.

Além dos vários episódios natalinos e com temática de festas, a série é ótima em todos os episódios e garantia de entretenimento em um dia de festas.

 

 Gilmore Gilrs

A série teve sua estreia originalmente em 2000, e contou com 7 temporadas, até ser selada em 2007. Porém, no ano passado (2016) a Netflix produziu uma temporada especial com 4 episódios, que retoma a vida das personagens depois de tanto tempo, e recorda momentos traços do humor e personalidade de Lorelai e Rory.

A série se concentra nas relações familiares, em especial de mãe e filha. Rory é uma garota com uma enorme aptidão para os estudos, e aspira entrar em Harvard, apesar de tímida consegue ser extrovertida e lança constantes piadas com doses de sabedoria. Fatores que a fazem brilhar diante dos olhos dos avós.

Diferente de Lorelai que literalmente foge de todas expectativas sobre ela, e se refugia em uma casa em Star Hallow, uma cidadezinha onde todos se conhecem. Lorelai vive sobre a sobra do desapontamento de seus pais, por ter engravidado aos 16 anos. Sua relação com eles, quase que inexistente, é retomada quando Rory é aceita em um colégio de elite, e um acordo de voltar a frequentar a casa deles em troca de é ajuda, é estabelecido.

É uma série fácil de ser assistida, episódio após episódio. Ela contém diversos alívios cômicos, mesmo em situações mais dramáticas, quase sempre promovidos por Lauren Graham, Scott Patterson e Melissa McCarthy.

 

Os normais

Está série disseca a vida de Rui (Luiz Fernando Guimarães) e Vani (Fernanda Torres) um casal simplesmente normal, porém normal não deve ser encarado como chato, e sim como absurdo. Apesar de já encerrada, as desventuras do casal normal, que nunca se entendia, discutia sempre e se enfiava em algumas situação absurdas, ainda continua a arrancar gargalhadas de qualquer público e é uma referencia de humor e comédia na televisão brasileira.

Maratonar os episódios e ver com lugar privilegiado os perrengues de Rui e Vani, tem a cara do fim de ano.

 

The office

Ao lado de séries como “Parks and Rec” e “Modern Family”, The office é criada em forma de pseudo-documentario, ou seja, a forma como os fatos são narrados se assemelha a gravação de um documentário que busca cobrir um cotidiano.

Em The office vemos a rotina dos funcionários do escritório da empresa de papéis Dunder Mifflin e seu chefe Michael (Steven Carrel) que as vezes se mostra entusiasta até demais do documentário, e gera algumas situações desconfortáveis. No círculo principal estão Dwight (Rainn Wilson) o puxa saco que almeja ao cargo de chefe e Jim e Pam (John Krasinski e Jenna Fisher) o casalzinho apaixonado.

A série é ideal para maratonar porque apresenta episódios ágeis, um humor direto, sendo uma série rápida e divertida pra aproveitar sem preocupação.

 

Apenas um Show

A série de desenho animado teve seu último episódio exibido em janeiro deste ano, fechando 8 temporadas. Muitos ainda se enganam achando que uma série de desenho não tem muito o que oferecer, porém Apenas um Show demonstrou o contrário.

A série destaca a amizade entre Mordecai e Rigby, amigos desde da infância que agora lidam com a vida adulta, em um momento de busca por independência e sustento. Com isso, os dois acabam sendo contratados para trabalhar em um parque, que torna-se o novo lar e local de aventuras bizarras.

A série carrega consigo muitos elementos que a fazem única. Além dos personagens — animais, seres mitológicos, monstros e objetos vivos — a trama apresenta situações pelas quais muitas pessoas já passaram ou irão passar — dúvidas após a faculdade, amores difíceis, a falta de qualificação, problemas familiares, problemas com amigos — o que faz com que se destaque.

Mas o principal fica por conta das situações e do universo mágico em torno dos personagens.

 

Simpsons

A família Simpsons dispensa apresentação. Atualmente uma das séries de maior sucesso da televisão que está ininterruptamente no ar há quase 30 anos. A família amarela é capaz de conquistar qualquer um, inclusive em decorrência da sua longuíssima história e dos diversos estilos já empregados.

Fiquem espertos, além da facilidade de montar uma maratona de natal dos Simpsons, não é incomum o canal fox (tv paga) dedicar alguns dias a maratonas da série.

 

The OA

Se você ainda não assistiu, nem leu nada sobre a série, pode ter certeza que o impacto dela sobre você será bem maior. Por isso obviamente não vamos entregar grandes detalhes, e limitar a contar somente aquilo que você deve saber para se sentir interessado.

Essa série da netflix é produto de mais uma das muitas parcerias de Zal Batmanglij Brit Marling , que inclusive atua como protagonista. A primeira temporada conta com 8 episódios de em média 1 hora de duração, mas toda a atmosfera de mistério e fantasia criados em torno dela te prendem facilmente, por isso torna-se fácil maratonar.

Nesse universo, Prairie Johnson é uma jovem cega, que é dada como desaparecida e após anos é reencontrada buscando pular de uma ponte. A notícia de sua volta ganha ainda mais impulso com a relação de que agora ela capaz de enxergar.

Prairie possui uma missão e um objetivo ocultado, mas para isso ela precisa que alguém lhe ouça, que preste atenção em tudo o que ela tem a contar, por mais surreal que possa parecer.

A série te faz criar mil teorias, e lhe surpreende quando você passa a ligar cada ponto. Em uma mistura de Sci-fi, fantasia e ficção científica, ela se baseia em elementos da vida real para criar cenários de tensão. E planta a semente da dúvida — acreditar ou não nas palavras dessa mulher?

 

Doctor Who

histórica série inglesa que já tem seu 54 anos e completa uma parte moderna é a companhia perfeita para um feriado preguiçoso na frente da tv. Ela conta a história do milenar senhor do tempo e ultimo de sua espécie que viaja em uma caixa de polícia que é maior por dentro, e que se incumbe de salvar a terra.

O doutor sempre conta com uma companhia para suas viagens, geralmente uma mulher, elas nos ajudam a entender o complexo universo cheio de monstros, vilões, mundos e até mesmos dimensões diferentes.

A novidade para esse ano é que o episódio de natal, que será exibido no Brasil e até mesmo em alguns cinemas. apresentará pela primeira vez o papel do Doutor — que histórica foi interpretado por atores — será passado para uma mulher.

 

Warehouse 13

Série já encerrada que produzida pelo canal Syfy de 2009 a 2014. Trata-se das aventuras e mais freqüentemente, desventuras de uma dupla de agentes do fbi chamados para uma missão especial, cuidar de um armazém que beira o infinito. A instalação hiper secreta foi pensada para ser um depósito para os artefatos mais perigosos da humanidade, que seriam dotados de energia o suficiente para alterarem o curso da história. Não é preciso dizer que o controle desse lugar é objeto de desejo para muitos vilões.

Apesar de já encerrada, é uma série muito gostosa de assistir pela agilidade dos episódios. fácil de encontrar por aí.

 

Eureka

Outra série já encerrada do Syfy. Nela o agente federal dos EUA tromba, sem querer com uma cidade para onde vão todos os super gênios do pais e do mundo, a cidade de Eureka foi fundada para ser a fonte de inspiração e tecnologia para a humanidade. Porém raramente as coisas ocorrem bem, e mais freqüente do que nunca, experimentos dão errado e fica por conta do xerife resolver as consequências.

A série empolga, as estruturas simples dos episódios e a forma como são construídos permite entretenimento por horas.

 

Os Defensores

A épica conclusão da saga iniciada em Demolidor junta os 4 heróis do bairro em Nova Iorque contra uma força maligna que definitivamente parece fora de seu controle. O demolidor (charlie cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Danny Rand, o punho de ferro ( Fin Jones) e Luke Cage (Mike Colter) definitivamente não se dão bem, e também não são os tipos ideais para trabalhar em equipe (bem longe dos Vingadores nas telonas de cinema). Porém eles são obrigados a se entender para salvar Nova Iorque de uma certa instituição (bem conhecida dos fãs da marvel) que planeja dizimar a cidade, se for preciso, para conseguir o que busca.

É talvez a série mais pesada dessa lista, densa com cenas de violência e luta porém muito bem moldada pela sua história, contém diversão de altíssimo nível assim como as séries anteriores (e solos de cada herói).

 

 3%

Em um universo distópico onde as pessoas nascem acostumadas com a miséria, uma seleção que promete levar jovens a partir de seus 18 anos para um cenário melhor, mostra-se como uma luz para muitos. Porém o processo lhes exige mais que inteligência e raciocínio, é também uma experiência de sobrevivência e sorte. Uma entrada corrompida pelos próprios interesses de um único homem, ao qual um grupo conhecido como terroristas, deseja derrubar.

3% é uma produção nacional, produzida pela Netflix. Segundo dados da própria empresa continua sendo até hoje uma das séries mais maratonadas em seu catalogo, inclusive por países estrangeiros. Sua 2ª temporada já esta confirmada para 2018. — Saiba mais aqui.

 

Stranger Things

Uma das nossas favoritas sem duvida, a qual voltamos a falar varias vezes por aqui. Recentemente lançou sua 2ª temporada, quem em um único final de semana bateu record de audiência na Netflix.

A série traz uma formula perfeita pra lhe deixar envolvido, com um grupo de amigos carismáticos, um mãe disposta a qualquer coisa pela segurança de seus filhos, um xerife que se vê em meio a uma investigação sigilosa, um laboratório que guarda segredos obscuros, uma garotinha com dons e por fim um universo com criaturas mortíferas.

O mistério e a empatia pelos personagens que cresce conforme o avançar da série, tornam os 8 episódios da primeira temporada, e os 9 episódios da segunda, facilmente emendáveis.

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Agora que você tem a lista basta selecionar a série que mais combina com você, e  curtir esse período.

Ah, e conta pra gente se tem alguma que você gosta de assistir em sequência para que possamos conhecer também, ou o que acha das que já estão aqui.

Até mais!

 

Olá!

Assim como fizemos no ano passado aqui, a essa altura do ano já é hora de olhar pras grandes estréias do cinema durante o ano que vem.

Então no 14 dia da nossa contagem regressiva trouxemos como surpresa a lista de filmes para o ano de 2018!! A pesquisa é ampla e nos organizamos pela data de estréia, assim você sabe certinho quando o seu filme favorito irá estrear.

Eai? Prontos para encher o calendário de 2018 com filmes e idas ao cinema?

Pegue a pipoca e vamos lá!

Maze Runner: The Death Cure (Wes Ball)

Data de lançamento: 25 de janeiro de 2018

Maze Runner: A cura mortal, é o terceiro filme da trilogia, adaptada das obras de James Dashner. Neste filme esperamos ver Thomas confrontando a Cruel, organização que está disposta a lidar com consequências mortais para dar um fim vírus Fulgor. Thomas precisará lidar com a difícil escolha de se entregar ao inimigo, para evitar desastres maiores.

 

A forma da água (Guillermo Del toro)

Data de lançamento: 11 de janeiro de 2018

Elisa é uma mulher muda que trabalha numa instalação secreta do governo, durante a guerra fria. Em qualquer outra história ela passaria invisível, mas nas mãos de Del toro, ela conhece a criatura das águas que é alvo de pesquisas do governo. Elisa parece ser a única capaz de compreender a criatura e acaba por se apaixonar por ela.

 

Pantera Negra (Ryan Coogler)

Data de lançamento: 15 de fevereiro de 2018

Data de lançamento: 15 de fevereiro de 2018

O primeiro filme de super herói com protagonista e elenco negros trará o já conhecido do público Pantera Negra, o príncipe T´challa tendo de lidar com as consequências da morte de seu pai, o rei T´chaka, como foi visto em “Capitão América: Guerra Civil”. O público finalmente poderá ver a mítica cidade de Wakanda, todas suas maravilhas, riquezas e também seus podres. Esta é a história que nos levará para “Vingadores: A guerra infinita”

Caixa de pássaros (Susanne Bier)

Sem previsão de estreia

O anúncio sobre a adaptação do livro de Josh Malerman, por meio da Netflix, nos deixou bem ansiosos. Particularmente para saber como conseguirão ser fiéis ao pavor e tensão causado por inimigos que não podem ser vistos, levando pessoas a se trancarem ou andar de olhos vendados. Sandra Bullock foi escalada como a protagonista Malorie. – Você pode saber mais sobre a história lendo nossa resenha.

A maldição da casa Winchester (Michael e Peter Spierig)

Data de lançamento: 18 de fevereiro de 2018

O filme se propõe a contar a história real de Sarah Winchester, viúva e herdeira de um império das famosas armas Winchester, ela construiu, expandiu e modificou sua casa ininterruptamente durante 30 anos. A mulher passa a acreditar que essa construção labiríntica e por muitas vezes sem sentido é a única coisa que a separa dos espíritos.

Uma dobra no tempo (Ava Duvernay)

Data de lançamento: 9 de março de 2018

O longa produzido pelos estúdios Disney é uma adaptação da obra de Madeleine L’Engle, wrinkle in time, publicado originalmente em 1962. A aventura mistura elementos de fantasia com alguns de ficção científica. O filme traz um elenco forte, com a presença de Oprah Winfrey, Reese Witherspoon, Gugu Mbatha-Raw, Chris Pine e Zach Galifianakis.

 

Jogador Número 1 (Stephen Spielberg)

Data de lançamento: 29 de março de 2018

Ambientado em um futuro caótico, onde um dispositivo de realidade virtual exerce enorme influência sobre a vida das pessoas, implantado em suas rotinas, por lhes apresentar uma vida melhor, Wade Watts se vê assim como muitos em busca da herança desse software. Porém uma empresa muito mais equipada estará disposta a fazer tudo para conquistar o controle absoluto. O filme é inspirado na obra de Ernest Cline.

Um lugar silencioso (John Krasinski)

Data de lançamento: 5 de abril de 2018

Um lugar silencioso nos apresenta uma distopia onde não se é permitido barulho. Houve um ataque e o planeta caiu em completo silêncio. Qualquer barulho pode desencadear um novo ataque e a morte do infeliz que fizer o barulho. Neste contexto um casal tenta criar seus dois filhos pequenos e sobreviver neste mundo. Será que isso é possível?

Xmen: os novos mutantes (Josh Boone)

Data de lançamento: 12 de abril de 2018

O universo dos Xmen no cinema irá passar por um dos seus momentos mais interessantes, o que parece ser um filme de terror. Longe dos olhos do professor Xavier, este filme encontra um grupo de crianças mutantes presos em um hospital secreto e acompanhados por uma misteriosa doutora e mentora. Um filme envolto de sombras a serem descobertas.

Vingadores: Guerra Infinita (Anthony e Joe Russo)

Data de lançamento: 26 de abril de 2018

Finalmente os fãs da saga da Marvel, e seu Universo Cinematográfico, vão ver o desfecho de tudo. Em 2012, uma pequena cena ao final do filme indicou o grande vilão que estava por vir, agora finalmente vamos poder ver Thanos, o titã que busca conquistar o universo, em seu ataque a Terra, porém todos os heróis mais poderosos estarão no seu caminho

Solo: A Star Wars Story (Ron Howard)

Data de lançamento: maio de 2018

Ambientado no icônico universo da space ópera de George Lucas, o filme Solo nos conduzirá pela vida e jornadas do mercenário Han Solo, que será interpretado por Alden Ehrenreich, antes dos acontecimentos de Star Wars.

Madagascar 4 (Mireille Soria)

Data de lançamento: 18 de maio de 2018

Quatro animais que marcaram a infância de muita gente, acompanhados sempre de outras personagens hilárias, em uma franquia que rendeu 3 filmes e 1 série de tv, estarão de volta no ano que vem.Porém, ainda não sabemos sobre o enredo dessa nova história.

Deadpool 2 (David Leitch)

Data de lançamento: 31 de maio de 2018

O anti herói boca suja foi alçado a extremos da popularidade esse ano. Ryan Reynolds deu conta de produzir e estrelar um filme que apesar de simples em estrutura revolucionou o gênero dos super heróis ao direcioná-lo para adultos. Será possível que o bom trabalho se mantenha na sequência? Agora veremos pela primeira vez na tela alguns nomes conhecidos como do X-men Cable (Josh Brolin), mas quanto a história, ela está mantida sob segredo de estúdio.

 

Os incríveis II (Brad Bird)

Data de lançamento: 14 de junho de 2018

A história de uma das sequências de animações mais aguardadas ainda é um completo mistério. Só o que sabemos é que veremos a volta da família superpoderosa Pêra, agora com o pequeno Zezé tendo descoberto seus poderes. E para os fãs fica a questão, o que esperar de ‘Os Incríveis” após mais de 10 anos de espera?

A turma da Mônica: Laços (Daniel Rezende)

Data de lançamento: 28 de junho de 2018

Em setembro, foi anunciado que pela primeira vez seria realizado um filme da Turma da Mônica com atores reais (o chamado live action). A história escolhida é Laços dos irmãos Caffagi, que retrata a turma buscando pelo cachorro Floquinho, e envoltos em um plano infalível. Resta conferir o resultado nos cinemas no ano que vem.

Homem-Formiga e a Vespa (Peyton Reed)

Data de lançamento: 5 de Julho de 2018

Outra das muitas sequências aguardadas para esse ano e que prometem mudar destinos de muitos super heróis . A volta do Homem Formiga, que foi uma das apostas da Marvel para 2015, acontece justamente após a grande batalha prometida em “Guerra Infinita”.

Jurassic World: Reino Ameaçado (J. A. Bayona)

Data de lançamento: 21 de Junho de 2018

Jurassic World viu a abertura do antigo e utópico sonho de um parque de dinossauros, para que humanos e as criaturas pré-históricas vivessem em harmonia. Isso não durou muito, um dos dinossauros se rebelou e o parque se tornou um caos. Em 2018, é hora de descobrir o que vem depois do caos. Recentemente, o trailer lançado nos mostrou a volta da dupla de protagonistas e sua invariável retorno a ilha dos dinossauros.

The Book of Jungle: Origens (Andy Serkis)

Data de lançamento: 19 de outubro de 2018 (EUA)

Mais um capítulo para jornada de Mogli ao lado de sua família e tutores animais. Desta vez, como o título sugere, iremos possivelmente saber mais sobre como o garoto viveu seus primeiros dias na selva. Ideia vislumbrada no primeiro filme.

Animais Fantásticos e Onde Habitam: Os crimes de Grindewald (David Yates)

Data de lançamento: 16 de novembro de 2018

Provando que o universo de Harry Potter ainda tem muito a ser explorado, de novo a autora J. K. Rowling leva os fãs de volta no tempo, para continuar a acompanhar a jornada de Newt Scamander, o famoso magizoologista. Dessa vez as apostas parecem maiores, já que alguns grandes conflitos serão abordados e um personagem icônico da saga de Harry Potter irá aparecer em sua juventude, Albus Dumbledore (Jude Law). – Nós já falamos da primeira parte dessa história aqui.

Wreck-It Ralph 2 (Rich Moore; Phil Johnston)

Data de lançamento: 27 de dezembro de 2018

O velho fliperama parece ter se tornado pequeno para Ralph, Felix e Vanellope. Suas aventuras desta vez ocorrerão na internet. No primeiro filme várias referências a games e personagens famosos da cultura geek foram representados, por isso já temos uma certa ideia do que virá dessa vez.

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Esses são os filmes que queremos ver o quanto antes. Gostaram da nossa seleção? Faltou algum filme? Conta pra gente!!!

Amanhã a gente volta com mais da nossa contagem regressiva 😉

 

Então é o décimo dia dessa aventura natalina! Já tivemos decorações, livros, clássicos, app, etc.. E o que temos pra hoje?!

FILMES!

É claro que dezembro não seria completo sem uma maratona de filmes, longas horas entretidas em todo o tipo de filmes, dos clássicos de drama aos suspenses e comédias mais modernas, filmes de fim de ano existem para todos os gostos, inclusive existem para aqueles com gostos variados. Pensando em todos vocês a maratona de hoje é aberta para escolher como montá-la.

Funciona assim: Separamos 4 dos gêneros mais populares, e sob cada gênero dois filmes comentados e mais alguns que indicamos como ótimas opções de entretenimento. Eai? Por onde você vai? Prefere filmes de um gênero só ou varia na escolha?! De qualquer jeito vem com a gente pra essa maratona.

 

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DRAMAS

Nesta categoria estão alguns dos filmes mais clássicos de natal, sempre referenciados e reverenciados pelo próprio cinema. Alguns são enormes produções com os mais altos astros de suas épocas, outros são menores porém não deixam de reunir os atores mais cultuados de cada momento. Para os mais antigos, é impressionante ver a capacidade deles de emocionar as novas audiências após tantos anos e para os novos é muito interessante ver como seguem o passo dos outros e se tornam clássicos modernos.

 

De ilusão também se vive (George Seaton, 1947) ⭐

Pra começar bem, um dos clássicos eternos e imortais de filmes natalinos. Ele nos coloca a questão: E se aquele velhinho vestido de Papai Noel fosse mesmo o Papai Noel? Ou seria somente um homem louco que acredita ser o Papai Noel? O diretor brinca com essas questões enquanto se desenrola na tela um drama passado em uma loja de departamento na qual o Papai Noel contratado, Kris Kringle (Edmund Gwenn) se diz mesmo o bom velhinho, mas sua chefe Doris Walker (Maureen O´Hara) o taxa de louco. Seria Kris capaz de provar que é o verdadeiro Papai Noel?

 

Noite de Ano Novo (Garry Marshall, 2011) ⭐

Muitas vidas estão acontecendo nesse exato momento, não poderia ser diferente na noite de Ano Novo. O filme busca contar como a vida de diferentes pessoas é marcada por esse evento único para muitos.

Da dificuldade em cuidar de um dos maiores símbolos da passagem na Times Square, o empenho para concluir metas antes que o ano termine, o esforço para reencontrar um antigo amor, e até mesmo uma corrida pelo prêmio de primeiro nascimento do Ano. As histórias se cruzam nesse emaranhado que chamamos de vidas.

Outros!

A felicidade não se compra (Frank Capra, 1947)

⭐Natal Branco (Michael Curtiz, 1954)

⭐Simplesmente amor (Richard Curtis, 2003)

⭐Feliz Natal (Christian Carion, 2005)

 

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🎁COMÉDIAS🎁

Os novos clássicos se concentram aqui. Eu não faço idéia do porque, mas nos anos 90 foram produzidos muitos do mais divertidos filmes de natal. Inclusive nos já falamos de alguns deles AQUI. São esses as grandes apostas de público, porque são capazes de entreter a toda família e geralmente contam com caras bem conhecidas, e orçamentos mais altos.

 

Esqueceram de mim (Chris Columbus, 1990) 🎁

É bem difícil não conhecer a história de Kevin Mccalister (Maccaulay Culkin) deixado em casa durante o natal. Ele tem que se esforçar e se desdobrar pra escapar de bandidos que tentam invadir a casa. E absolutamente não se comportar até a volta dos seus pais.

Acho que é possível fazer uma maratona só com o tema “esqueceram de mim“, tal foi o impacto deste filme. Obrigatório ver e rever nessa época do ano.

 

Um Natal Brilhante (Joe Whitesell, 2006) 🎁

Esse é uma das comedias mais divertidas que já se produziu pra época de festas. Os vizinhos Steven Finch (Matthew Broderick) e Buddy (Danny Devito ícone) declaram uma verdadeira guerra ao competir por quem terá a casa mais decorada, que inclusive possa ser vista do espaço. É uma seqüência de sabotagens incrível que merece ser vista e conversa bem com “Esqueceram de mim” e sua temática

Outros!

🎁O natal dos Muppets (Brian Henson, 1992)

🎁Os Fantasmas contra atacam (Richard Donner, 1988)

🎁Menores desacompanhados (Paul Feig, 2006)

🎁A última ressaca do ano (Josh Gordon e Will Speck, 2016)

 

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❄ANIMAÇÕES❄

Não há como negar, as animações natalinas estão cada vez mais deslumbrantes. Por isso é muito bom que incluamos na maratona animações de todas as épocas, afinal os desenhos animados sempre encantaram adultos e pequenos e são pedidas perfeitas pra uma preguiçosa manhã de natal.

 

A origem dos guardiões (Peter Ramsey, 2012) ❄

Nesta espécie de Vingadores das histórias infantis, se unem em torno do Papai Noel e sua maravilhosa oficina do polo norte, um grupo de seres fantásticos dedicados a manter os sonhos infantis. Entre eles: a fada dos dentes, o coelho da páscoa, entre outros. Porém um guardião que foi esquecido, o Jack Frost, espírito do inverno, pode ser a chave para combater um mal maior que se levanta no mundo.

 

Os fantasmas de Scrooge ( Robert Zemeckis, 2009) 

Não da pra passar o natal sem uma boa adaptação direta de “Um conto de Natal” como já falamos aqui. E esta estrelada por Jim Carrey é uma das melhores e também mais recentes produções relacionadas ao secular livro. Além de emprestar a voz, Jim Carrey também empresta o trejeitos únicos do ator para o ranzinza Scrooge durante sua aventura natalina. Um filme marcante por sua fidelidade á historia original e também por se usar da captura de movimenta para dobrar os limites do real e do fantasioso em nome da magia do natal.

Outros!

Como o Grinch roubou o Natal (Chuck Jones, 1966)

❄O natal de Charlie Brown (Bill Melendez, 1965)

❄O natal do Mickey Mouse (Burny Mattinson, 1983)

❄O expresso Polar (Robert Zemeckis, 2004)

❄Olaf – Em uma nova aventura congelante Frozen (Kevin Deters e Steven Wermers, 2017)

 

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SUSPENSE / TERROR

Aqui eu tenho que confessar que foi um pouco de escolha pessoal. Os filmes de terror que se passam no natal ou fim de ano não são nada convencionais (talvez a exceção de Gremlins, uma espécie de clássico do tipo), grande parte deles tem baixos orçamentos, não sendo filmes muito importantes, alguns até mesmo são risíveis, mas um elemento que parece unir a todos é de alguma forma brincar com esse medo primordial do Natal e do Papai Noel, alguns vão direto a fonte, ou seja a lenda européia de Krampus, o espírito natalino maligno que seria responsável por punir as crianças más, outros brincam com clichês do gênero, ambientados no natal. 

 

Krampus – O terror do Natal (Michael Dougherty, 2015)

É noite de natal. Uma família se prepara; terminar de preparar os pratos, recebe os parentes distantes e então inevitavelmente começam as brigas. Um dos grandes trunfos desse filme é mostrar honestamente como se faz um Natal, e isso envolve muitos desentendimentos.

A figura do anti papai noel (o Krampus do título) surge então como sendo um algoz por eles transgredirem as regras do Natal.

Vale a pena assistir e principalmente porque entretém, fala com a lenda original da Europa e nem da tanto medo assim.

Papai Noel das Cavernas (Jalmari Helander, 2011)

A beira do monte Korvatunturi na Finlândia vive uma cidade pacata até demais, mas o que os moradores não sabem é o que acontece lá em cima do monte. Enterrado e congelado nas profundezas do monte está uma figura misteriosa, vestida de vermelho e com aparência nada amigável. Não leva muito tempo até ele escapar.

Outros!

Natal Negro (Glen Morgan, 2006)

⛄O santo (Dick Maas, 2010)

⛄Better watch out (Chris Peckover, 2017)

⛄A christmas horror story (Steve Hoban e Grant Harvey e Brett Sullivan, 2015)

⛄Natal Sangrento (Steven C. Miller, 2012)

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E por hoje é só! Como fomos? Gostou da maratona? Acha que da pra embalar bem todo o mês de dezembro? Esperamos que sim! Conta pra gente quais filmes pretende ver, quais filmes gostaria de acrescentar na lista?! Sua opinião é muito importante!

Até mais,

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