Vista seu smoking, escolha seu vestido, ou vista o que quiser. Essa é uma ocasião de muito estilo, as variedades são aceitas. Vamos relembrar os filmes que marcaram o ano em nossos desafios cinematográficos.

Como eu já havia dito no post anterior, desde que começamos com essa ideia de desafio, temos tido ótimas surpresas, temos aprendido muito, experimentado muito, nos tornamos até um pouco mais cautelosos antes de fazer qualquer julgamento, dentro e fora das telas.

Colecionamos muitas risadas, levamos muitos sustos, sentimos tensão e desespero, choramos quando não esperávamos chorar.

Por isso nada mais justo que fazer uma menção honrosa a todos esses filmes que deixaram algum tipo de marca especial em nós nesse ano.

Eu irei eleger aqui os filmes que mais me agradaram durante o ano — lembrando que é um melhores do ano para o desafio, ou seja o que assisti esse ano para o jogo, e não de estreias de filmes deste ano — e convido você que também completou a sua lista com 52 itens, a fazer o mesmo, e claro, compartilhar com a gente.

 

⭐Movie Challenge Awards Faltou Foco 2017 ⭐

Filme com a melhor mensagem

Titulo: The mask you live in (Jennifer Siebel Newsom, 2015)
Categoria: Um documentário

Esse  documentário foi um dos primeiros itens assistidos por mim esse ano, no entanto até hoje me lembro de sua mensagem. Ele consegue criar um mapa que liga o comportamento mais fechado de muitos homens, com a pressão imposta muitas vezes pelos próprios pais para que hajam como “verdadeiros homens”.

Coisas como não falar abertamente sobre seus sentimentos,não  admitir que precisa de ajuda, e não chorar — algo tão natural — que com o tempo acumulados causam tristes efeitos em suas maneiras de se relacionar com as outras pessoas.

Concorrente: Okja (2017)

Enredo inovador

Titulo: A viagem (Tom Tykwer; Lana Wachowski e Lilly Wachowski, 2012)
Categoria: Um filme que se passa em diferentes épocas

Acreditem ou não, mas eu nunca tinha visto nada ao nível desse filme, tanto por suas historias fantásticas que são carregadas, tanto pela interação entre elas. Apesar de ser um filme longo, que exige paciência e muita atenção,  A viagem ficará marcada como um filme que marcou meu desafio desse ano.

O mais memorável

Titulo: Lion: Uma jornada para casa (Garth Davis, 2016)
Categoria: Indicado ao Globo de Ouro

Minha vontade após terminar de assistir Lion, era simplesmente rever o filme, ou rever na mesma semana, o que eu não vi, faz que provavelmente farei nos próximos dias.

Não esperava me apegar tanto com a jornada da sua infância, que rendeu em minha opinião as cenas melhores cenas do filme. E por se tratar de uma historia real, o coração fica um pouco mais apertado.

Concorrentes: Na Natureza Selvagem (2007), Mandela: Longo Caminho para Liberdade (2013)

Melhor Plot Twist

Titulo: Um Contratempo (Oriol Paulo, 2016)
Categoria: Um filme de detetive

Whaaat’s?? Como assim? Eu realmente não esperava por isso! Que filme louco! Agora tudo faz sentido. Esse momento foi épico, estou apaixonado por esses atores, preciso rever – Resume.

Concorrente: Die Welle: A Onda (2008), Ex_Machina (2015)

Melhor protagonista

Titulo: Okja (Joon-Ho Bong, 2017)
Categoria: Exibido no Festival de Cannes

É fato que o filme possui no mínimo 3 importantes protagonistas, mas o papel de Seo-Hyun Ahn como Mija, foi certamente o mais especial.  A garotinha que vivia isolada em uma fazenda no alto de uma montanha na Coreia do Sul, que lutou pela sobrevivência de sua melhor amiga, que fez aliados, que deu seus próprios passos e se pôs na frente de um grande confronto, e que mesmo sabendo que não poderia salvar o mundo, fez o melhor que podia.

Interpretação memorável

Titulo: Na natureza Selvagem (Sean Penn, 2007)
Categoria: Um filme baseado em uma história real

Não sei nem muito o que falar, assistam.

Concorrente: A viagem (2012), Um Contratempo (2016), A Boa Mentira (2014)

Melhor diversidade de atores em cena

Titulo: A viagem (Tom Tykwer; Lana Wachowski e Lilly Wachowski, 2012)
Categoria: Um filme que se passa em diferentes épocas

Mais uma vez (HAHA), como eu já disse, não só o elenco bem diversificado, até mesmo para manter uma ligação com as historias, como toda a caracterização desse filme são ótimos.

Concorrente: A Cabana (2017), A Boa Mentira (2014)

Filme com a melhor trilha Sonora

Titulo: La la Land: Cantando Estações (Damien Chazelle, 2016)
Categoria: Um musical contemporâneo

Fazia muito tempo que eu não me empolgava com um musical, e isso aconteceu com La La Land. Talvez pelas inúmeras referencias aos clássicos, talvez pela leveza com a qual o filme é conduzido. Mas principalmente por suas canções.

Concorrentes: Beyond The Lights: Nos Bastidores da Fama (2014), The Rocky Horror Picture Show (1975), Singin’ in the Rain (1952)

Melhor retrato cultural

Titulo: Tempestade de Areia (Elite Zexer, 2016)
Categoria: Uma produção do Oriente Médio

Tempestade de Areia traz para a luz uma realidade cultural muito distante da qual conhecemos aqui, ou se quer entendemos bem. É um filme que tem muito a apresentar.

Concorrentes:  A Boa Mentira (2014), Lion: Uma jornada para casa (2016), Mandela: Longo Caminho para Liberdade (2013), O túmulo dos vagalumes (1988), Boy (2010), Medianeras (2011)

Melhor filme nacional

Titulo: Saneamento básico (Jorge Furtado, 2007)
Categoria: Um filme com personagens criando um filme secundário

Eu ri.

Concorrente: Colegas (2012)

Melhores efeitos visuais

Titulo: Valerian e a Cidade dos Mil Planetas (Luc Besson, 2017)
Categoria: Um filme com cenas que retratam outro(s) planeta(s)

Ainda estou impactado pela construção desse universo tão louco, e seus habitantes graciosos e peculiares.

Melhor filme lançado antes de dos anos 2000

Titulo: Cantando na Chuva (Stanley Donnen e Gene Kelly, 1952)
Categoria: Um filme sobre a historia do cinema

 I’m singing in the rain, just singin’ in the rain. What a glorious feeling, I’m happy again.

concorrente: The Rocky Horror Picture Show (1975), O túmulo dos vagalumes (1988)

 

Esse é o ultimo post de nosso calendário especial para dezembro.

Um abraço,
e até mais

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