Se você já descansou em um ambiente a luz de vela, entenderá o carinho desse post, mas se nunca o fez, entenderá por quê é uma experiência tão boa. O fim de ano inspira luzes e brilhos, por isso nada mais justo de um D.I.Y (faça você mesmo) cheio de luz.

Além de proporcionarem uma iluminação aconchegante e relaxante, as velas aromatizadas ajudam a perfumar e muitas vezes a suavizar o ambiente. São ótimas companheiras para momentos especiais ou para quem busca concentração.

Comprar velas aromatizadas não é tão difícil, porém, fazer suas próprias velas pode ser uma experiência bem legal, e no caso de presente acaba por ganhar um significado a mais. Em termos de economia, você consegue criar até 5 vezes ou mais, gastando o mesmo que gastaria com uma já pronta.

Por isso hoje vou te ajudar a se inspirar, para fazer esse objeto especial gastando o menos possível.

Materiais

Existem diferentes formas para realizar essa fabricação caseira, que pode ir desde o derretimento de uma vela já feita, até passo a passo a partir dos materiais primários — que é o caso que irei ensinar.

1. Parafina ou ceraAqui usei parafina em flocos, encontrei esse produto de 1 kg por R$14,50.

2. Pavio O comprimento e espessura dos pavios são fundamentais para um bom resultado final. Caso planeje uma vela menor, um pavio fino já é o suficiente. No entanto se pretende coloca-la em recipientes maiores ou fundos, aconselho que busque um mais espesso. 10 pavios por R$ 3,00.

3. Uma essência de sua escolha Agora é com você, é uma escolha pessoal em ver o que mais lhe agrada, ou o que agrada quem será presentado. Eu particularmente recomendo a de limão, mas desta vez experimentei a de Eucalipto. Essência de 10 ml R$ 4,90.

4. Um recipiente pequeno de vidro, ou uma forma A ideia é justamente ressignificar ou reutilizar algo que você já tenha. Assim além de se tornar ainda mais pessoal, você pode se dedicar a decorá-lo e personaliza-lo. lógico, nada te impede de comprar um recipiente. Utilizei potinhos de geleia, custo zero.

5. Corante ou giz de cera – No caso de você querer dar mais personalidade para suas velas. Desta vez testei utilizar o giz de cera, após pesquisar se era seguro, e também por sair mais em conta que o corante, no qual uma única cor custava R$ 8,00; Caixa de giz de cera com 12 unidades R$ 3,00.

Preparo

Como disse mais a cima, você encontrará diferentes formas pra o preparo. Mas vou compartilhar a que funcionou melhor para mim.

1. Primeiramente preencha o recipiente onde deseja montar a vela com a parafina ou a cera ainda em estado solido, para que tenha uma medida aproximada do quanto irá utilizar. (Leve em conta que após o derretimento o volume do material diminuí um pouco)

2. Em uma panela (de preferência em desuso) jogue a quantia e espere derreter em fogo baixo — caso prefira, derreta em banho Maria — auxiliando com uma colher de pau.

3. Após atingir o estado liquido, adicione o corante ou o giz de cera para colorir. Atenção: 1) Se sua intenção é dar apenas uma coloração leve para a vela, 0,5 cm já é o suficiente. 2) Caso busque cores mais fortes recomendo que use o corante, pois o giz de cera libera cheiro quando derretido em muita quantidade. 3) Ao secar, ele escurece.

4. Após misturar de modo homogêneo, desligue o fogo — evite deixar ferver — aplique a essência e misture. Para um resultado mais leve recomenda-se 20 ml para cada Kg.

5. Prepare o recipiente que deverá acolher a substancia. Caso o pavio comprado venha com ilhós, centralize-o ao fundo do vidro — pode-se usar um prendedor preso ao pavio e atravessado sobre a boca do pote para firma-lo.

6. Despeje a mistura. E tampe ou cubra o ponte para melhor absorção da essência.

7. A secagem dependerá da quantia colocada, mas costuma-se levar 20 min para que se possa ver o resultado. Caso queira fazer em diferentes cores, espere até que a anterior esteja em um ponte estável.

8. Depois é só decorar como quiser.

Se inspire

Aromas e Benefícios:

  • Limão: Alivia a ansiedade.
  • Laranja: Age como sedativo.
  • Lavanda: Alivia o estresse.
  • Canela: Estimula a mente.
  • Eucalipto: Estimula a concentração.
  • Cedro: Estimula o otimismo. E torna o lar mais aconchegante.
  • Coco: Da leveza aos ambientes.
  • Rosa: Tem propriedades para a insônia, a dor de cabeça e para o estresse.
  • Maçã: Alivia tensões e até mesmo dores de cabeça.
  • Jasmim: Bom para insônias ou dificuldade em relaxar.
  • Gardênia: Ajuda a manter tranquilidade.
  • Baunilha: Possui efeitos Calmantes.
  • Canela: Bom para fadiga nervosa.
  • Tomilho: Alivia o cansaço mental.

fonte: GetNinjas

Ideias de como montar:

Fantásticas né? Bom, esse foi o post especial de hoje, espero que vocês tenham curtido e conseguido uma boa inspiração. Como sempre, sintam-se a vontade para conversar com agente e contar se já fizeram algo assim ou se pretendem.

Abraços apertados!
Até mais 😉

Ual, ja passamos por 21 dias em dezembro, 3 semanas e mais alguns dias, de 21 posts especiais em nosso calendário.

E foi justamente nos inspirando nos dias que passamos com vocês ao longo dos anos, em todos os especiais, passeios, desafios, entre outras coisas das quais nos propomos a compartilhar, que a surpresa de hoje foi pensada.

Nós criamos um calendário para que vocês possam baixar e usar no próximo ano. O layout é uma pequena dica do que vem por aí, e um estilo que estamos prestes a adotar ❤.

Baixe seu Calendário e acompanhe o Ano da melhor forma!

Clique aqui para baixar 

Como foi pensado?

O conceito para esse projeto foi apostar na simplicidade e versatilidade. O fato do calendário não presentar linhas, ilustrações, figuras entre outras coisas, foi proposital.

Nos inspiramos nos planners e na customização dos Bullet Journals. Ou seja, queremos que você interaja o máximo possível com ele, e deixe ele com o seu estilo — mesmo que ele já apresente.

Rabisque, desenhe, cole figuras, post-its, washi tapes, divirta-se.

Aliás, iríamos ficar extremamente felizes se recebermos imagens de vocês o usando.

O espaço Memórias é dedicado ao que você quiser. Inicialmente pensamos em “Melhores do Mês”, para os melhores livros, passeios e filmes. Porém não queríamos limita-lo a nada.

Outro toque especial do Blog está na coluna “Semana” onde numeramos as semanas do ano. Que deve funcionar como um grande aliado para um certo desafio…

Enfim, esperamos de coração que você aproveite esse presente, e nos acompanhe ao longo de mais um ano.

Abraços, e até logo,
porque ainda tem mais.

Olá!

Já é dezembro e nós estamos nas últimas semanas do desafio cinematográfico! Somente mais alguns filmes para o final do ano e ter oficialmente completado um filme por semana ao longo do ano!! (YAY) Quais as categorias restaram para o final da jornada?

Hoje nós trouxemos uma que talvez seja a mais difícil das categorias, assim próximo do encerramento, fechando com chave de ouro. Ao longo da história do cinema muitos diretores e realizadores se voltaram a pensar o próprio cinema, e mais importante se passado. Hoje tudo se trata da história do cinema e como o próprio cinema vê essa história.

Afinal, todos que já se colocaram atrás de uma câmera contribuíram para como nós encaramos o cinema atualmente, por isso todos os filmes aqui hoje se tratam de pessoas fazendo filmes, ou trabalhando com cinema, em algum período do passado. Alguns filmes trazem um passado nostálgico, belo, estético e muitas vezes idealizado, outros buscam a mais fiel reconstrução dos fatos(inclui-se aqui os documentários, inescapáveis nesta categoria).

ENTÃO VAMOS LÁ!

 

Cantando na chuva (Gene Kelly, Stanley Donnen, 1952)

Na Hollywood dos anos 30, o casal de queridinhos da América Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) se veem diante da popularização do cinema falante, porém ambos fizeram sua fama através de filmes silenciosos. Apesar de não possuírem grandes envolvimentos os dois decidem enfrentar a atuação e assumir papéis em um filme falado, mas para isso se veem diante de todo tipo de situação inusitada, de conselhos de amigos até mesmo a contratação de uma dubladora para Lina.

A caracterização de uma Hollywood que mesmo passados somente 20 anos já sofria alterações drásticas é extremamente bem sucedida. Gene Kelly e Donnen reproduzem os hábitos das celebridades que haviam começado um ciclo que se encerrava com eles. Além disso, Cantando na Chuva se estabelece como uma grande homenagem à inicio do cinema falado, afinal não haveria musicais sem ele.

 

Ave, César (Irmãos Coen, 2016)

Como provado pela indicação acima, Hollywood sempre foi um cenário frenético e aparentemente caótico. Durante os anos 50, em meio a paranoia anticomunista pela qual o cinema se viu tomado, o astro de uma mega produção, Baird Whitlock (George Clooney) é sequestrado de seu trailer em um dos principais dias de filmagem, a partir dai o assistente da produção tem de encontrar o protagonista antes do final do dia.

Que fique bem claro que os irmãos Coen não somente se utilizam desta história para satirizar Hollywood, mas também incluem fortes doses ironia ao próprio pensamento paranóico norte americano. A reconstrução de uma Hollywood que mais se assemelha a um caos aqui, diferentemente do filme anterior, não serve para uma homenagem ou elegia, mas sim para o humor mais ácido como é característico desta dupla de diretores.

Nine (Rob Marshall, 2009)

Talvez este seja um dos mais peculiares filmes desta lista. O diretor Rob Marshall se volta a outra tradição de cinema que não aquele hollywoodiano, esta em foco aqui os filmes italianos. Em 1963, o diretor italiano Federico Fellini lança uma obra semi autobiográfica, o filme “Oito e Meio“, a historia do diretor Guido Contini, um prolífico diretor italiano dos anos 60 que se vê diante de um bloqueio criativo. Incapaz de escrever e dirigir um novo filme, Guido parte em busca de si próprio, e no caminho encontra os amores perdidos e frustrados, mulheres que deixou para trás e há muito tempo não pensava.

Nine se trata assim, do remake musical de uma obra semi autobiográfica (sim , é um conceito estranho) do diretor Federico Fellini, inclusive há poucas mudanças nas duas histórias. O que importa na mais atual é sua abordagem histórica, sua necessidade de jogar o ator Daniel Day Lewis, interprete de Contini para o período de Fellini, porém o resultado que se vê é muito mais voltado para estética, muito forte na Itália dos anos 60 e também para a subjetividade do personagem principal.

 

Ed Wood (Tim Burton, 1994)

Como é tradicional em Tim Burton, o diretor se interessa pelos pequenos, pelos estranhos, pelos peculiares e pelos diferentes, Ed Wood não fica atrás. A biografia assinada por Burton do diretor de filmes trash dos anos 50, lida com Edward Davis Wood Jr. (Johnny Depp) considerado o pior diretor de todos os tempos, Ed se coloca a margem daquela Hollywood glamourosa e caótica da sua época e se volta a projetos independentes e grupos de atores diferentes e também excluídos daquele mundo.

Quando Burton olha para os marginais históricos de Hollywood ele não o faz a toa. Mesmo um diretor como Ed Wood deixou suas digitais na história do cinema, seja pelo lado negativo, pois seus filmes, com baixo orçamento são considerados risíveis, ou seja pelo positivo, afinal o próprio Burton é muito influencia pela estética proeminente nos filmes de Ed Wood, ou seja, algum legado ele possui. Assim como o próprio diretor, a sua cinebiografia também é extremamente polêmica.

 

A invenção de Hugo Cabret (Martin Scorsese 2012)

É o inicio do século XX, o jovem Hugo Cabret (Asa Butterfield) vive escondido em uma movimentada estação francesa, ele se tornou orfão de ambos os pais e tudo que resta dele é um robô chamado automato, em tese o robô teria de funcionar sozinho, mas Hugo foi incapaz de descobrir como faze-lo funcionar. Enquanto foge de seguranças e tenta sobreviver, Hugo conhece Isabelle (Chloe Grace Moretz) e por algum motivo ela tem uma chave que é capaz de fazer o robô automato de Hugo funcionar como antes. Então os dois se veem envolvidos em uma trama que é muito maior que eles, e passa pelo consertador de brinquedos, que talvez seja muito mais que isso 😉 .

A invenção de Hugo Cabret é um daqueles que a principio parece deslocado estando nessa categoria. Somente a principio, pois a atmosfera lúdica criada por Scorsese em total maestria de seu posto como diretor, encobre os diversos segredos e mistérios dessa trama. Se você já viu, sabe que é um conto que alude fortemente a invenção do cinema como forma de sonhar. Mas se você ainda não viu, não perca mais tempo, é sem dúvida o mais belo desta lista.

O artista (Michel Hazanavicius, 2011)

De forma semelhante a “Cantando na Chuva“, este filme aborda o período de transição dos filmes mudos para os filmes falados, pois essa foi uma das mais importantes mudanças na história do cinema. O ator George Valentin (Jean Dujardin), em uma clara referencia ao mega astro dos anos 20, Rudolfo Valentino, vê o declínio da sua carreira brilhante com a chegada do cinema falado. Considerado um momento de transição, alguns sempre acabam ficando a margem da transição, porém o filme mostra a luta de Valentin para se manter relevante, inclusive mostrando sua relação com Peppy Miller, que ascende a protagonista de filmes justamente sendo beneficiada pela mudança interna na indústria.

O artista é muito mais sóbrio ao tratar do período de transição, apesar dos personagens fictícios ele é fortemente centrado na realidade. Foi todo filmado em preto e branco, e mais importante, simulando um filme mudo, não por nostalgia a essa era, mas para mostrar ao espectador como se operou essa profunda mudança na forma de se fazer filmes. O artista é um brilhante exercício de metalinguagem e não a toa foi vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2012.

Hitchcock/Truffaut (Kent Jones, 2015)

O livro, que compila a extensa entrevista entre os cineastas Alfred Hitchcock e François Truffaut, foi como um meteoro atingindo a água dado seu impacto. No extenso debate realizado entre os dois diretores, Hitchcock destrincha toda sua obra, de meios, métodos, histórias curiosidades, diante de um jovem diretor que já era um nome importante no cenário francês. Se é verdade que Hitchcock era mestre do seu meio de comunicação, Truffaut fez o próprio diretor explicar isso em detalhes.

Em 2015, o cineasta Kent Jones se incumbiu de ver as consequências do livro-entrevista, desse encontro de dois gigantes e também de como esse documento até hoje tem força nos cineastas mais novos e como influencia seus trabalhos. Em uma série de entrevistas que tem como tema central o livro, os cineastas ajudam a relembrar e discutir os inovadores e até mesmo ousados métodos usados por Hitchcock para contar suas histórias, incluindo até mesmo a forma subversiva como o diretor encarou a Hollywood de sua época. Aqui o procedimento da história fica por conta da rememoração (diferente dos outros, que buscam uma reconstrução), a todo momento se remetem àquela época para a compreensão de como isso os afeta até hoje.

Spielberg (Susan Lacy, 2017)

O segundo dos documentários desta lista é também um dos mais recentes a mergulhar na história do cinema norte americano, porém agora falamos de algo bem recente. É difícil achar alguém que não conheça o nome de Spielberg (os que não conhecem com certeza já assistiram algum de seus filmes), ele é considerado um dos diretores mais prolíficos dos últimos tempos e já foi capaz de construir um império em torno de suas obras. Quando se trata de Spielberg, falamos de um diretor junto com outros como George Lucas e Brian DePalma, que revolucionaram as lógicas do cinema e com seus filmes megalomaníacos arrastaram verdadeiras multidões para os cinemas e criaram novas mitologias.

No recem lançado documentário pela HBO, a diretora opta por realizar algumas fatias na vida de Spielberg, pulando do jovem garoto que tinha as próprias irmas como personagens, para o jovem diretor com seu grupo de amigos e por fim um dos maiores nomes da industria do cinema. Em suma, Lacy nos prova que um nome como esse e com o tipo de impacto que causou não deve passar batido.

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Eai? O que achou do Guia de Hoje? Faltou algum filme? Qual filme você escolheu para essa categoria? Conta pra gente!! E vamos em frente, que já já concluímos o desafio deste ano:)

Só faltam 4 dias para o Natal!!

Ta tudo pronto por ai? Já da pra sentir o cheirinho de natal, as comidas, o calorzinho típico do nosso país, toda a família já fazendo planos, enfim. Natal é tudo de bom.

Que tal para a surpresa do dia 20 algo bem próximo do Natal? Hoje trazemos a receita de biscoitinhos do Papai Noel. Esses biscoitos são importados diretamente dos países ao Norte da Europa, tão típicos pelo clima oposto ao nosso, por lá é tradicional que junto dos natais também se comemore o dia de São Nicolau, ou seja, o dia do Papai Noel.

Faz parte da tradição deixar os biscoitinhos juntos de um copo de leite, como uma forma de agradecer o bom velhinho, e oferecer a ele um bom descanso. Os biscoitos são no formato que desejar (inclusive existem algumas formas que tem o formato de São Nicolau e são feitas em madeira e muito detalhadas), sendo feitos com algumas especiarias, geralmente os mais doces; canela, cravo, gengibre entre outros. Parte da brincadeira pode ser justamente experimentar com as especiarias e os temperos característicos.

Uma última coisa, por ser uma receita muito antiga, com o tempo ela sofreu diversas mudanças e variações regionais, atualmente algumas nem mais levam especiarias, porém aqui pro blog fomos à busca de uma fonte confiável e tradicional, inclusive os biscoitinhos sendo nomeados como são chamados ao Norte da Europa, speculaas.

Ah! uma última nota, além de serem um lanchinho indispensável para o Papai Noel ou para consumo logo após a ceia de Natal, as speculaas, nossos biscoitinhos, são ótimos e versáteis como presentinhos de Natal, além de representarem muito bem essa época do ano.

 

🎄🎁Vamos a receita então? 🎁🎄

 

Biscoitinhos de Natal 🍪🥛

Em resumo, uma massa crocante, fofinho, com sabor intenso, doce na medida certa, as especiarias intensificam o sabor e dão aquele gostinho de Natal, talvez seja só o que está faltando nesse natal do faltou foco 😉 Esse ano foi a primeira vez que fiz mas com certeza voltarei a essa receita no futuro, é de muita qualidade.

Sobre as especiarias, apesar da receita eu não pude achar pimenta da Jamaica, porém vou pesquisar mais e descobrir onde poderia encontrar, mas mesmo sem ela a receita ficou muito boa! Não vejo a hora de tentar com a pimenta quem sabe alguns outros temperos como anis estrelado e pimenta branca.

Eu tive uma dificuldade com a massa devido a sua textura e maciez ela se tornou um pouco quebradiça, porém não vejo como problema uma vez que depois que sai do forno, não ouvi reclamações em relação aos biscoitinhos.

INGREDIENTES

  • 2 xícaras de açúcar mascavo  
  • 1 e ½ xícaras de manteiga
  • 4 xícaras de farinha de trigo  
  • 1 ovo, batido
  • 1 colher de chá de sal (a famosa pitada)
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • 1 colher de chá de canela em pó
  • ½ colher de chá cravo da índia, moído
  • ½ colher de chá noz moscada, ralada
  • ½ colher de chá pimenta da jamaica
  • ½ colher de chá gengibre, ralado ou em pó

INSTRUÇÕES

  1. Em uma vasilha média separada, misture todos os secos (farinha, as especiarias, fermento e sal).
  2. Bata a manteiga e o açúcar de forma a fazer um creme homogêneo, macio e aveludado, até o ponto em que a manteiga fique mais branca (chama-se blanchir, um nome bem gran fino, eu sei)
  3. Bata o ovo em separado e junte-o, batendo bem com a mistura de manteiga e açúcar
  4. Por fim, incorpore os ingredientes misturados no primeiro passo a mistura de manteiga, açúcar e ovos. (Essa é a parte que tudo isso vira uma massa coesa)
  5. Após meia hora (mínimo) de descanso na geladeira, corte ou molde os biscoitos da forma que preferir.
  6. Forno alto por 15-18 minutos para assar até eles ficarem douradinhos.
  7. Servir com um copo de leite (para melhor aproveitamento do bom velhinho)

Fonte: stnicholascenter.org/

(A tradução e os comentários engraçadinhos ficaram por conta do Gustavo)

Se você quer a versão bonitinha para imprimir e indicar pra todo mundo é só clicar aqui!

Como eu disse, por ser uma receita mais velha ela tem muitas versões e variações. Deixo indicadas aqui algumas outras que parecerem igualmente muito boas :

E essas são só algumas versões hein? Vocês conheciam essa receita? Já tem como tradicional do final de ano alguma versão das famosas bolachinhas caseiras? Se tem conta pra gente! Adoraria aprender mais uma receita e quem sabe mostro aqui pra galera do blog.

Até a próxima 🙂

O clima esta colocado, já temos filmes, musicas, livros tudo pra curtir o Natal ao melhor estilo, agora é hora de comprar os presentes. (*inclusive já demos uma dica de presente aqui*)

Mas para hoje em nosso calendário, apresentamos o grande guia para presentear amigos com livros!!

Selecionados vários tipos de amigos, com seus estilos particulares. Basta encontrar qual tipo de amigos você tem, e assim quem sabe não encontra um livro bem legal pra ele.

A ideia é poder também dar um incentivo à leitura, mostrando para diferente tipo de pessoas que elas podem encontrar livros que combinem com seus gostos. Você estará dando aos seus amigos não só um objeto, mas também uma experiência única e pessoal.

Então, dê livros de presente para seus/suas amigos(as):

Geeks

O guia do mochileiro das galáxias – Douglas Adams

Essa é a maior obra de Douglas Adams, que percorre o tempo conquistando cada vez mais admiradores. Essa edição em especial, reúne os 5 volumes da série em um único livro. Porém os capítulos mais curtos e o humor ácido da narrativa contribuí para um leitura mais rápida. E para quem já conhece, não deixa de ser igualmente um bom presente.

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Senhor dos anéis : edição completa – J.R.R. Tolkien

Para alguém fascinado por universos mágicos e jornadas épicas marcadas por batalhas e conflitos de reinos, a trilogia clássica de o Senhor dos Anéis pode ser um presente e tanto. A leitura é um pouco mais densa, e cada livro da trilogia costuma ter entre 300 e 470 paginas. Mas no caso da pessoa presenteada já conhecer a história, ou ser amante dos filmes, o box com a trilogia completa, ou o livro e volume único, podem acabar agradando bem mais.

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Jogador Nº1 – Ernest Cline

Mas se estamos falando de alguém apaixonado por games, desenvolvedores e a criação dos consoles clássicos, então Jogador Nº 1 é o livro. Além da história apresentar milhares de informações sobre jogos e cultura geek, ela também trabalha com a nostalgia dos anos 80 — incluindo musicas da época —, tudo isso em meio a uma aventura por um mundo virtual. O livro será adaptado em 2018 para os cinemas, então é mais um motivo para ler.

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Movidos por Música

Porcelain : Memórias – Moby Porcelain 

A autobiografia do DJ nova iorquino de sucesso é leitura obrigatória na estante dos movidos a musica. Moby se fez no cenário musical insano e festivo da nova Iorque dos anos 80 e soube se reinventar na década seguinte para criar um álbum novo que arrebatou enorme publico. Além de ser música obrigatória, Moby é leitura obrigatória.

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The Beatles – Todas Músicas, Todas As Letras, Todas As Histórias

A banda de rock inglesa que impactou o cenário da musica mundial durante décadas, e que de certa forma ainda exerce sua influencia, teve seus maiores sucessos coletados nessa edição lindíssima da Sextante. O livro digno de colecionador traz fotografias, manuscritos, curiosidades sobre o grupo, e uma analise sobre suas canções.

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Feministas

Americanah – Chimanda Ngozi Adichie

Chimanda tem mostrado ao mundo não só a discriminação vivada pelas mulheres em cenário mundial, mas também em especial as mulheres de sua própria cultura. A escritora nigeriana já publicou um livros — sejamos todos feministas — em que trata unicamente do assunto (disponível gratuitamente em formato digital). Porém, em Americanah, Chimanda consegue não só tratar sobre a questão, como também da uma visão geral sobre os diferentes tipos de mulheres e suas escolhas de vida.

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Eu sou Malala – Malala Yousafzai

Quando o Talibã tomou controle do vale do Swat, uma menina Malala Yousafzai levantou a voz quando viu seu direito de frequentar a escola ser negado, após o Talibã assumiu o controle do vale Swat onde morava. Sua luta pela educação acarretou uma triste repressão, e a jovem Malala foi atingida na cabeça por um tiro à queima-roupa, quando voltava da escola. O mundo todo acompanhou sua recuperação, e sua subida como símbolo de uma causa. Ela se tornou a mulher mais jovem a ser condecorada com o Nobel da Paz.

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Histórias de Ninar Para Garotas Rebeldes – Elena Favilli, Francesca Cavallo

Apesar de simples, é um livro que traz um mensagem muito forte, e suas ilustrações o tornam ainda mais encantador. Pode ser que seu publico alvo seja garotas mais novas, mas é um livre capaz de inspirar mulheres de todas as idades, e por que também não homens e garotos? Essa coletânea de grandes personalidades femininas que marcaram a história mostra-nos que as mulheres possuem força para fazer qualquer coisa, e merecem apoio e reconhecimento.

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Influenciadores Digitais

Leia Isto Se Quer Ter Muito Sucesso no Instagram – Henry Carroll

O instagram deixou de ser um álbum de fotos digitais, e hoje, é considerado uma das maiores ferramentas para market pessoal, e até mesmo gerenciamento de negócios. Mas para se dar bem nesse mercado é preciso saber se destacar. Esse livro tornou-se bem popular no exterior, ele reúne usuários da plataforma que possuem altos números de seguidores e interação, e os convida a dar dicas de como administrar a rede da melhor forma possível.  (meio louco né)

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Tá gravando. E agora? – Kéfera Buchmann

Alguns a admiram, outros nem tanto, mas independente disso é impossível negar que a Kéfera foi uma das principais pioneiras do estilo popular e atual de produção de conteúdo para a internet. A atriz que começou falando de assuntos cotidianos sob um olhar bem humorado e debochado, alcançou os cinemas e programas de tv com o seu sucesso. Em seu segundo livro, — Tá gravando, e agora? — kéfera compartilha um pouco sobre sua forma de criar vídeos.

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Pipocando – Rolandindo, Bruno Bock

O pipocando é um dos mais influentes canais sobre cinema e séries no youtube. Seu sucesso foi tamanho que hoje eles trabalham como uma empresa, tendo canais sobre musicas e jogos além de programas especiais na tv. Sob o olhar de Rolandindo e Bruno Bock o livro revela alguns passos dos bastidores do canal. Uma ótima fonte de inspiração.

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Das Exatas

Os segredos matemáticos dos Simpsons –  Simon Singh

Pode parecer engraçado, afinal estamos falando dos simpsons, mas Simon Singh — conhecido por muitos estudos matemáticos — dedicou seu tempo para uma analise profundo sobre como o sucesso dos Simpsons pode estar ligado aos números. Em homenagens a grandes estudiosos, formulas e até mesmo a própria estruturação da série animada.

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O fantástico Mundo dos Números a Matemática do Zero ao Infinito – Ian Stewart

Um livro fantástico, que promete cativar até mesmo aqueles que possuem pouca afinidade com os números. Apresentando como povos antigos desenvolveram a matemática.

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Uma breve história do tempo – Stephen Hawking

Stephen Hawking é um nome que há muito tempo ultrapassou as fronteiras do seu próprio campo. O físico teórico que é portador de Esclerose lateral (ELA) escreveu essa obra em 1984 “Uma breve história do tempo” é um dos seus livros de maior sucesso, de caráter de divulgação científica, o físico aborda uma diversidade de teorias da física quântica, como a teoria do Big Bang, e outras. Perfeito para os fãs de ciência de longa data e para os que estão se interessando agora pelo mundo da física quântica.

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Com muita Criatividade

Destrua este diário: Agora em cores – Keri Smith

De inicio a ideia de estragar um livro pode ser bem incomoda, mas com o tempo torna-se uma experiência “libertadora”, a designer Keri Smith propõe aos corajosos a missão de criar e dar um novo significado para um diário, por meio de registro peculiares. Essa nova versão, colorida, além de trazer um estimulo diferente traz também novos desafios.

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Roube como um Artista – Austin Kleon

Um guia bem rápido, com 10 conselhos de como se inspirar sem cometer plágios. Além disso o livro fornece orientações sobre como criar vínculos, e fazer com que suas criações cause boas impressões. Perfeito para quem depende da criatividade para trabalhar.

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Grande Magia: Vida criativa sem medo – Elizabeth Gilbert

O livro foi escrito por Elizabeth Gilbert, autora do famoso livro “Comer, Rezar e Amar“. A Grande Magia no entanto não é um livro de ficção, Elizabeth fala sobre os desafios de se lidar com a criatividade e de como saber cuidar de suas ideias, tudo isso baseada em suas próprias experiências de vida.

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Sinistros

Coleção: Medo Clássico – Edgar Allan Poe

A editora darkside traz esse livro como homenagem a um dos maiores nomes da literatura de horror e suspense. Um compilado de contos e algumas traduções especiais feitas por autores como Machado de Assis e Fernando Pessoa para a obra de Poe. Em suma, a Darkside traz o presente perfeito para aquele amigo que gosta de um bom calafrio na espinha, clássico e feito com muita qualidade.

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O Bazar Dos Sonhos Ruins – Stephen King

Uma nova antologia de 20 novos contos do mestre do terror Stephen King, aqui o autor traz personagens atormentados pela iminência da morte, seja da sua ou dos outros. Um King maturo e na sua melhor forma é a melhor pedida para embalar os sonhos de terror do(s) seu(s) amigo(s) fãs de contos de mistério e horror. Ou seja, diversão garantida.

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Loney – Andrew Michael Hurley

Andrew Michael Hurley cria em Loney uma atmosfera de horror gótico, sufocante e capaz de prender o leitor. Ele narra a relação de Andrew Smith com uma região isolada da Inglaterra chamada Loney, mais especificamente uma faixa de terra de nome Moorings. Como o personagem fica marcado por toda vida após as experiência que teve lá e como ele se vê obrigado a voltar para essa região muitos anos depois são os temas principais do livro.

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Com espírito Aventureiro

Grandes Aventuras – Lonely Planet

O livro pensado pela Lonely Planet é na verdade o volume de uma coleção sobre grandes viagens e dicas de roteiros. Nesse volume existem dicas sobre trilhas, mergulhos, escaladas, e até mesmo ciclismo, em diferentes localidades.

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100 Viagens Inspiradoras – Michael Ondaatje,‎ Joseph Marshall III,‎ Paul Theroux

O livro dedica-se a reunir lugares que marcaram a história humana ao longo da sua existência. Desde a Construção de templos até paisagens esculpidas pelo tempo. Cenários inspiradores para viajantes.

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Gabriel, As Montanhas E O Mundo – Alícia Uchôa

Gabriel Buchmann viveu da maneira como quis, tendo contato com diferentes culturas e coletando experiências ainda muito jovem. Infelizmente sua jornada de vida terminou de forma triste, porem seus passos deixados pelo mundo inspiraram um filme, que estreou esse ano, e esse livro escrito por sua mãe.

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Que vivem/sonham Grandes Amores

Todo amor – Vinicius de Morais

Ninguém é melhor do que Vinicius de Moraes para falar do amor. O talento do poeta brasileiro reside vê-lo por todos os ângulos, todos os modos, todos os sentimentos. Aqui, nas palavras de Vinicius, o amor esta ao centro. Perfeito para os amantes, para os apaixonados, para os eternos românticos, para os solteiros e para os casados, as palavras de Vinicius são verdadeiras, cortam fundo na alma e trazem todos os sentimentos a tona.

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Água para elefantes – Sara Gruen

São os cruéis anos 30 nos EUA, o jovem Jacob Jankowski decide fugir de sua vida como estudante de veterinária. O garoto entra para o trem do circo em busca de algo novo, uma aventura talvez. Lá ele conhece Marlena, a encantadora de cavalos e esposa do dono do circo. Entre eles floresce um amor profundamente proibido que terá de lutar não só contra homens, mas também contra o próprio tempo. Um clássico moderno necessário para qualquer um que adore uma boa história de romance para encantar todas as idades.

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P.s.: Eu te amo – Cecelia Ahern

Um livro que já inspirou um filme aclamado. Onde Gerry e Holly planejam uma vida juntos, porém tudo toma um novo rumo com a morte de Gerry. Holly. Certo dia ela se depara com uma série de cartas deixadas por  Gerry. Elas parecem prepara-la para a vida sem ele. Incentivando-a crescer e descobrir coisas novas da vida. As cartas de Gerry a mostram que a vida não termina diante de uma grande perda, mas pode ser movimentada por suas lembranças.

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